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terça-feira, 23 de abril de 2013

Não perca o 2º Simpósio do Espírito Santo


O evento será dedicado aos que desejam verdadeiramente aprofundar o seu relacionamento com Deus e conhecer mais de Sua natureza


Quem participou da edição anterior do Simpósio do Espírito Santo, garante que a experiência é única e extremamente revigorante para a vida espiritual. Realizado em novembro passado, pelo bispo Edir Macedo, direto do estado do Rio de Janeiro, recebeu milhares de pessoas na reunião presencial e foi acompanhado por milhões em todo o Brasil e diversos países do mundo, através de videoconferência.

O próximo tem data marcada, acontecerá sábado, dia 27 de abril, às 18 horas e será por transmitido por videoconferência para todo o País. Pessoas de diversas localidades já estão na expectativa, muitas, inclusive afirmam que apesar de terem suas vidas transformadas pela fé, nada tem sentido se o Espírito Santo não fizer parte delas. A exemplo da monitora de vendas, Raquel Terezinha da Silva. Ela, que participou da edição passada do Simpósio, já está à espera do próximo, pois, como explica, quando se trata do Espírito Santo ‘queremos aprender sempre mais’.

De acordo com o bispo Macedo, esse Simpósio será dedicado justamente às pessoas que querem conhecer mais sobre o Espírito Santo. “Vamos falar sobre a Santíssima Trindade. Será uma reunião estendida, pois abordaremos temas como diferenças entre o batismo nas águas e no Espírito Santo, frutos do Espírito e dons de profecia”, disse.


Renovação

O advogado Jorge Virginio Carvalho, que também já havia participado de outros simpósios, garante que este último, em especial, lhe rendeu uma renovação sem igual.

“O bispo Macedo, com a sabedoria que tem, guiado pelo Espírito Santo, faz com que a gente entenda, com muita facilidade, o que é ter o Espírito Santo. Até aquele Simpósio eu era um e saí de lá totalmente diferente, renovado, uma nova criatura, cheio dos frutos do Espírito Santo”, falou Jorge, em recente entrevista à IURDTV.com.

Para a empresária Edinalda Pereira da Silva, de 54 anos, participar destas palestras só acrescentam em sua vida. “O Espírito Santo sempre me dá a direção certa do que fazer”, disse, durante o Simpósio que ocorreu no Rio de Janeiro.

Para mais informações sobre o evento procure a Universal mais próxima. Como das outras edições, este Simpósio terá toda a renda revertida às obras do Templo de Salomão, em São Paulo.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

A GUERRA CONTÍNUA DO FILHO DE DEUS

       
  Existe uma guerra contínua no íntimo de cada filho de Deus. O apóstolo Paulo chama nossa atenção para o conflito permanente entre o homem interior e o homem exterior; entre o intuito da mente e os desejos do coração (Romanos 7.15-25).

         Na batalha entre as vontades da carne e do espírito, quase sempre a vencedora é a carne. O Senhor Jesus alertou-nos sobre essa potencialidade negativa da carne (Mateus 26.41) e, ao mesmo tempo, afirmou que o único meio capaz de sobrepujar essa fraqueza seria o batismo nas águas.

         Só o batismo, após arrependimento sincero, será capaz de sepultar a natureza corrupta do homem exterior e de ajudá-lo a manter-se firme na presença de Deus, porém, ele, mesmo após o batismo, deverá manter a armadura de Deus para defender o homem interior.

         O grande problema hoje é que as pessoas procuram o batismo nas águas apenas para cumprir o mandamento bíblico. Por essa razão, batizam-se por uma questão de consciência e não por um arrependimento sincero. A qualidade da fé cristã, entretanto, depende do batismo nas águas, e a maioria dos novos convertidos nem percebe o sentido dele para o Plano Divino de Salvação.

         Para o entendimento perfeito desse assunto, vale lembrar que os filhos de Israel tiveram de ser batizados quando atravessaram o Mar Vermelho. Quarenta anos mais tarde, os filhos daquela geração rebelde também foram batizados quando passaram através do Rio Jordão, antes de entrarem na Terra Prometida.

         Conforme a Palavra de Deus, o batismo nas águas não seria necessário se a conversão fosse seguida pela morte física, a exemplo do ladrão redimido na cruz. Ele não precisava do batismo porque sua morte era iminente. O batismo nas águas capacita os convertidos para o exercício pleno da fé enquanto estiverem neste mundo e lhes dá força para neutralizar as paixões da carne, tornando possível a vida em espírito.

         Quando nos referimos à carne não pensamos somente no corpo físico ou na sexualidade humana, mas nas vontades ilícitas do homem e em tudo o que se refere aos instintos dessa natureza perversa, tais corno: concupiscência dos olhos; desejos malignos do coração; ciúme; orgulho; vaidade excessiva; glutonaria, além do desejo desmedido de posses. Enfim, tudo o que possa ferir os princípios cristãos, o seu semelhante ou a si mesmo.

         Se você estiver passando por dificuldade espiritual, lembre-se de que Deus nunca permitirá que sejamos tentados além da nossa capacidade de resistir à tentação e também de que Ele sempre providenciará condições para que possamos vencer o mundo (1 Coríntios 10.13). 

quarta-feira, 20 de março de 2013

Sete motivos que impedem uma pessoa de Receber o Espírito Santo


 
1º - Pensar n’Ele só na hora da busca;

2º - Desejar sentir “alguma coisa”;

3º - Preocupar-se em falar em línguas;

4º - Ter medo de receber outro espírito;

5º - Dividir-se entre receber o Espírito Santo e qualquer outra coisa;

6º - Manter mágoas no coração e;

7º - Para objetivos pessoais.

“Do céu olha o Senhor para os filhos dos homens, para ver se
há quem entenda, se há quem busque a Deus.” ( Salmo 14.2 )

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Por que o filho ?



Temos ouvido a história de Abraão ressaltando o importante fato de Deus ter lhe pedido o seu sonho.

Abraão casou, aproximadamente, aos 40 anos, e, desde esse tempo, sonhava em ter um filho com a sua esposa Sara. Durante 60 anos, o patriarca perseguiu este ideal.

Depois do nascimento de Isaque, decorridos de seis a sete anos, Deus pede aquela criança em sacrifício.

O sonho que custou mais de seis décadas para ser concretizado agora é requerido por meio da apresentação de um sacrifício.

Por que Deus pediu o sacrifício a Abraão?

O que era mais importante para Deus: o menino sacrificado ou Abraão?

Obviamente, Abraão! Era ele quem estava sendo provado por Deus.
Porém, perante isto, surgem algumas questões: Deus não sabia quem era Abraão? Ele não sabia que o Seu servo atenderia ao pedido que lhe havia sido feito? Então, por que motivo o testou?

Deus sabia que Abraão atenderia ao seu pedido, sabia de tudo, como sabe de todas as coisas, mas o Seu intuito era que o sacrifício de Abraão ficasse registrado na História, como exemplo a ser seguido por todos os que creem nEle. Essa é a razão!

Fez para que soubéssemos o tipo de fé que O agrada, que move a Sua mão, que O faz jurar e movimentar céus e Terra para realizar os nossos sonhos.

O valor do sacrifício não está no menino colocado no altar, mas na obediência.

Quando Abraão colocou o filho no altar e levantou o cutelo para imolá-lo, Deus revelava a todas as gerações o tipo de fé que pretende, o tipo de pessoas que procura para com Ele entrar em aliança: pessoas que não medem esforços, sacrifícios, e vão além dos seus limites para agradá-Lo, para obedecer à Sua voz.

Por conseguinte, o tipo de sacrifício que você apresenta no altar revela sua qualidade de relacionamento para com o Senhor Deus.

Não há obrigatoriedade, de espécie alguma, na sua entrega, e ninguém, seja quem for, tem o direito de opinar quanto ao seu “Isaque”. E se você questionar, então não deverá entregá-lo, pois revela insegurança na sua atitude.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

COMO NASCE UM FILHO DE DEUS



         A Igreja Cristã está fundamentada no novo nascimento, o da água e do Espírito. Quando o Senhor Jesus diz: "Se alguém não nascer de novo, não pode ver o Reino de Deus." E "Quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus." (João 3.3,5), não está limitando a entrada das pessoas no Seu Reino, mas, sim, definindo o tipo de pessoa que faz parte da família de Deus. Na verdade, o Reino dos Céus está disponível para tantos quantos crêem, mas existem regras naturais e espirituais que disciplinam a entrada nele.
         Uma criança para vir ao mundo precisa ser gerada dentro da lei natural de concepção onde há participação conjunta dá mãe e do pai. Se isso não ocorrer, ela não existirá. A reprodução animal precisa da participação conjunta da fêmea e do macho. Nem só da fêmea nem só do macho, mas de ambos. O processo de nascimento de um filho de Deus também se dá com a participação da Igreja, representando a mãe, e de Deus, na Pessoa do Seu Espírito. A tarefa da Igreja é pregar o Evangelho e a do Espírito é conceber filhos para Deus, a exemplo do Seu Filho Jesus. O novo nascimento, ou o nascimento de um filho de Deus obedece às regras estabelecidas por Deus e não por homens.
         Ninguém nasce filho de Deus ou se torna filho de Deus por causa de um simples batismo em criança, nem muito menos por ser filho de crente ou mesmo de pastor. Nenhuma religião ou pessoa tem poder para gerar filhos para Deus. Isso é exclusividade do próprio Deus. Até porque, se alguém tem a capacidade de gerar filhos, estes serão seus e não de Deus. Os filhos de Deus têm de ser gerados por Ele mesmo ou; então, não serão filhos d'Ele! A concepção de um filho de Deus se dá quando a pessoa tem consciência do seu pecado, sente-se perdida e busca no Senhor e Salvador Jesus a sua salvação.
         Ao ouvir e aceitar a pregação da Palavra de Deus de todo o coração, então dentro de si há uma purificação feita pela água divina, a Palavra. Este é o primeiro passo. O passo seguinte vem do Espírito Santo, quando envolve a pessoa; da forma como fez em Maria e trouxe ao mundo Jesus. Assim também acontece com o candidato envolvido pelo Espírito de Deus. Naquele mesmo instante acontece o milagre do novo nascimento. A pessoa se torna uma nova criatura. Aos olhos físicos ela tem a mesma aparência, porém seu caráter é radicalmente oposto ao anterior, porque nela há uma nova natureza a divina. A partir de então ela se torna espírito (João 3.6). O novo nascimento trata de um novo coração, nova mente, novo pensa­mento, nova visão da vida, enfim, todo o ser interior novo. O filho de Deus tem de ter a natureza de Seu Pai, caso contrário, jamais poderá se considerar filho de Deus.
         Quando Nicodemos perguntou sobre a possibilidade de um homem velho entrar na barriga de sua mãe e nascer de novo, ele manifestou a visão humana e natureza carnal, pois não tinha capacidade de entender o sentido das palavras do Senhor Jesus. Sua incapacidade se devia ao fato dele ter sido gerado da carne, apesar de ser profundamente religioso. Para entender palavras espirituais, a pessoa precisa ser espiritual; para entender a Palavra de Deus, a pessoa tem de ter a natureza divina. Ainda que fosse possível retornar à barriga de sua mãe e nascer milhares de vezes, mesmo assim ele continuaria sendo carnal. Somente através do nascimento da água e do Espírito é possível se ter a natureza de Deus. Só então a pessoa consegue entender claramente a Bíblia. Deus é Espírito, e para compreendê-Lo é necessário ser espírito também. Daí o Senhor Jesus disse: "O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito". (João 3.6).
         Nicodemos era um religioso sincero, mesmo assim precisava nascer de novo. E você, leitor amigo, tem certeza de ter nascido da água e do Espírito? 

Jejum de Daniel


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

As conquistas matérias e o Espírito Santo


Quando Jesus disse: Bem aventurado quem comer o pão no Reino dos Céus, desejoso de que as pessoas recebessem esse pão (Espírito Santo), Ele pediu que seus servos avisassem os convidados, entretanto, eles começaram a desculpar-se, e o primeiro disse: Comprei um campo, não posso ir!. O segundo disse: comprei cinco juntas de bois, vou experimentá-las!. O terceiro disse: Casei-me e não posso ir!. Na verdade, eles deixaram bem claro que as conquistas matérias e até mesmo a família estavam acima de Jesus.

Nos dias de hoje, há pessoa que coloca os seus bens ou pessoas acima do Espírito Santo, e sempre estão dando desculpas, mas, na realidade, nada justifica colocar o Espírito Santo em segundo plano. Eles não têm consciência que tudo isso acaba, mas a alma e eterna.

Quando Jesus disse que o Espírito Santo estaria conosco para sempre, Ele não quis disser enquanto estivéssemos vivos, mas, eternamente.

Quanto aos convidados que desprezará o Espírito Santo, por conta das conquistas matérias ou familiares, Jesus disse: Nenhum deles provara a minha ceia. Terão os bens, mas não serão bem-aventurados. Por meio da fé podem ter carros, comprar seus campos e ate casar-se, mas sem o Espírito Santo é impossível terem paz e alegria. Só podem considerar-se bem- aventurados, os possuídos pelo Espírito Santo.

O problema não esta nas conquistas. O problema está em colocar as conquistas acima do Espírito Santo.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

VERDADEIROS ADORADORES


“Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores”.
         Quando o Deus filho fez essa revelação em João 4:23, certa­mente estava se referindo à qualidade de relacionamento exigi­do por Deus dos Seus filhos.
         O verdadeiro adorador é espírito porque nasceu do Espíri­to (João 3:6); e porque é espírito vive pela fé sobrenatural, isto e, vive na dependência da certeza de que vem do Espírito de Deus, a Fonte da fé sobrenatural. Adorar a Deus em espírito é adorá-lo em certeza absoluta de que Ele está recebendo o lou­vor. A adoração a Deus em espírito trata da adoração na fé so­brenatural. Portanto, adorar o Pai em espírito significa adorá­-lo no espírito da fé sobrenatural.
         A adoração na fé sobrenatural não pode ser separada da adoração inteligente. Há que se ter uma base inteligente para se apoiar a fé sobrenatural. A Palavra de Deus é justamente este fundamento. E é isto que o Senhor Jesus ensina quando faz a afirmativa em verdade. A adoração inteligente é a adoração consciente. Foi exatamente isso que o Senhor Jesus quis dizer à mulher da cidade de Samaria. Paulo também confessou: “... sei em Quem tenho crido” (2 Timóteo 1.12).
         Em outras palavras ele estava dizendo: eu tenho consciência em Quem tenho crido. Quer dizer, o apóstolo não cria em Deus por­que foi ensinado a crer desde pequeno e muito menos por cau­sa das informações recebidas de seus pais. Não! Sua crença esta­va apoiada em duas coisas: a informação da Palavra de Deus e sua própria experiência com Ele.
         É, amigo leitor, adorar a Deus em espírito e em verdade signi­fica adorá-lo de forma consciente, com a fé racional e inteligente. Não tem nada a ver com emoções ou entusiasmos humanos.
         Então, não se deixe enganar por engodos satânicos que têm invadido as igrejas através de falsas doutrinas, usando o senti­mento humano. É por isso que muitos que, apesar se derrete­rem em lágrimas dentro das igrejas, supostamente sentindo a presença de Deus, tão logo ao saírem daquele ambiente religi­oso, continuam praticando os mesmos pecados. Porque não nasceram de Deus. O nascido de Deus não vive na prática do pecado, e a arma de sua adoração a Deus é a fé sobrenatural, as­sociada à inteligência. E “... são estes que o Pai procura para Seus adoradores”.  (João 4:23)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Perseverantes e confiantes


Em recente reunião no Cenáculo de Santo Amaro, tema foi abordado a fim de orientar as pessoas sobre como proceder nas lutas e dificuldades após a conversão

Em uma das reuniões de domingo, realizada pelo bispo Jadson Santos, no Cenáculo de Santo Amaro, às 9h30, em São Paulo, uma mensagem toda especial foi ministrada às milhares de pessoas presentes, a fim de alertá-las da importância de se manterem perseverantes diante das lutas e dificuldades, sem desanimar na fé, conforme descreve a Bíblia no livro de Tiago 1.12.

"Por que a pessoa que abraça a fé no Senhor Jesus vê as lutas se multiplicarem? Porque este mundo tenebroso e maligno tem um ‘deus’, um senhor, e ele está contra todos os que o abandonam. Por outro lado, temos de suportar, enfrentar, sem deixar que o desespero tome conta, porque uma hora tudo vai passar", explicou o bispo.

"Certamente, deve existir alguém aqui, hoje, que está enfrentando uma luta grande, mas esta luta não vai durar para sempre", frisou o bispo, salientando que o mal irá trabalhar, investir e se empenhar para ter de volta os que um dia lhe pertenceram.

E continuou: "Cabe à pessoa se desviar daquilo que, ela sabe, pode separá-la de Deus. O mal tenta, seduz, porque ele sabe do que você gosta e do que o atrai; e quando a pessoa erra, peca, ela se separa de Deus; o mal se aproveita dessa situação e a destrói", advertiu o bispo, ressaltando a todos que, se a pessoa não tiver uma experiência com Deus, será muito difícil permanecer firme.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Quem Planta Colhe !

Muitos pensam que a felicidade é uma coisa que já está deter­minada pelo destino, porém esse pensamento é extremamente ir­racional. Pela lei natural, você colhe hoje o que plantou ontem, e vai colher amanhã o que plantou hoje. Sua vida é o resultado da­quilo que você plantou, e o futuro será o resultado do que você está plantando. Se eu semeio a obediência, vou colher os frutos desta obediência, que são doces, mas, se eu semear a desobediência, en­tão colherei frutos amargos. Quem determina colher frutos doces ou amargos é você mesmo. Veja o que diz a Bíblia:

      “A esperança dos justos é alegria, mas a expectação dos perversos perecerá”   (Provérbios 10:28).
      A pessoa que anda na justiça e na integridade tem na sua espe­rança a alegria porque plantou uma boa semente. O perverso, por sua vez, vai sempre aguardar coisas que jamais acontecerão. So­mente aqueles que são justos colherão alegria, já os demais irão co­lher tristeza, dissabores e, sobretudo, perdição.
       “O caminho do SENHOR é fortaleza    para os íntegros, mas ruína  aos   que prati­cam a iniqüidade.” (Provérbios10.29).
      Veja que muitas vezes os que andam nos caminhos de Deus são critica           dos e chamados de fanáticos.  Nós  mesmos  somos  chamados  de fanáticos, mas isso não  nos  atinge  porque  somos  felizes.  Mas,  ao  contrário,  aqueles   que   nos chamam  de  fanáticos,  cer­tamente   vivem  infelizes. E  é  por  isso  que muitos acabam  com  a  própria  vida,  pois  o  que  vive na prática da iniqüidade cai em ruína. Continuando, no versículo 30, vemos que:
      “O justo jamais será abalado, mas os perversos não habitarão na ter­ra.” O justo não será abalado porque está plantado na Rocha Eter­na. Jesus disse que aquele que ouve e pratica a Sua Palavra, é com­parado ao homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha, que mesmo nas tempestades se mantém firme. Mas os perversos não habitarão a terra. Aí você pode pensar: como os perversos não habitarão a terra se eles estão no meio de nós? O que a Bíblia quer dizer é que o perverso não habitará com Deus na eternidade, mas, sim, no lago que arde com fogo e enxofre, onde, segundo o Senhor Jesus, haverá choro e ranger de dentes.
      “A boca do justo produz sabedoria, mas a língua da perversidade será desarraigada” (Provérbios 10.31).
      Amigo leitor, quantas vezes você já foi vítima das suas própri­as palavras? Nesse momento você pode concluir que, a sua vida, as­sim como a minha, depende da palavra que pronunciamos. Se pro­nunciamos palavras de dúvidas, de medo e de derrotas, certamen­te teremos uma colheita negativa. Mas, se confessamos a vitória e cremos nisso, em nome do Senhor Jesus, não há dúvidas de que ire­mos colher frutos positivos que, por sua vez, produzirão vida.

terça-feira, 22 de maio de 2012

NOS PASSOS DO SENHOR JESUS


 Deus é Espírito, mas, para nos salvar, teve de Se materializar e habitar entre nós. Após ter consumado a obra de redenção, retornou ao Seu estado original: Espírito. Também o ser humano, para se relacionar com Ele, tem de ser e estar em espírito; por isso sua necessidade de nascer do Espírito Santo. Esse é o ciclo do relacionamento do Criador com a criatura. O primeiro Adão, feito do pó da terra, deu origem à natureza terrena na humanidade; o Segundo Adão, Jesus, deu origem à natureza divina àqueles que vivem e crêem n'Ele como Único Senhor e Salvador.
         Deus vive num mundo espiritual e o ser humano, oriundo do primeiro Adão, vive num mundo material. Ao nascer do Espírito Santo, o ser humano passa a ter a natureza divina. E somente com a natureza divina ele pode ter comunhão com Deus, do contrário, é impossível. É possível se viver na matéria e ao mesmo tempo ser espírito? Claro. Humanamente falando é impossível, mas não para Deus. O Senhor Jesus ensina que todo o que é nascido do Espírito Santo é espírito. Essa é a condição sine qua non no relacionamento entre a criatura e o Criador. Daí a razão por que o Senhor Jesus diz, imperativamente, a Nicodemos: "Não te admires de Eu te dizer: importa-vos nascer de novo”.(João 3.7), pois, apesar de ser um religioso sincero, ainda assim ele tinha de nascer da água e do Espírito para ver e entrar no Reino de Deus.
         Agora, podemos entender quando o Espírito Santo diz: "Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, e, juntamente com Ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da Sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus”.(Efésios 2.4-7).
         É impressionante a posição relevante em que Deus nos coloca: assentados nos lugares celestiais através do Senhor Jesus! Leitor amigo, não sei qual é a sua condição social neste mundo; talvez a mais miserável das criaturas aos olhos do mundo, porém, há uma certeza: se você é nascido de novo, então, pela fé, você está assentado nos lugares celestiais em Cristo Jesus! Ou seja: você está assentado num trono e o que você determinar, acontecerá! Porque você tem a autoridade do Filho de Deus e está assentado com Ele nos lugares celestiais, reinando.
         Veja que todo o ciclo de vida do Senhor Jesus na Terra é modelo seguido pelos Seus discípulos, desde o Seu nascimento até Sua ascensão aos Céus:
1)      Jesus foi gerado pelo Espírito Santo; também somos gerados pelo Espírito.
         2)  Jesus foi batizado nas águas e no Espírito Santo; também somos batizados nas águas e no Espírito Santo.
         3) Jesus foi conduzido ao deserto para ser provado; também somos levados aos desertos das provações.
         4)  Jesus foi caluniado, injustiçado, rejeitado, perseguido; também o temos sido.
         5) Jesus foi sacrificado por uma causa justa; também o somos a cada dia quando renunciamos nosso ego.
         6)  Jesus foi ressuscitado pelo Espírito Santo; também o somos em espírito, de acordo com Efésios 2.4-7.
         7) Jesus subiu aos Céus e está assentado no trono com o Pai; o mesmo já ocorreu conosco pela fé: Efésios 2.4-7.
        O nascido de novo não vive pecando, pois nele está a divina semente, diz o apóstolo João (l João 3.6). Ele não está dizendo que o nascido de novo não peca; mas, sim, que não vive no pecado (1 João 1.9).

sexta-feira, 18 de maio de 2012

A VISÃO DOS NASCIDOS DE DEUS


Enquanto a pessoa não nascer do Espírito jamais vai entender as coisas do Espírito. Porque as coisas do Espírito são espirituais; e como alguém nascido da carne pode compreender as coisas espirituais? O carnal julga de acordo com a lógica e com a razão, mas o espiritual anda de acordo com a fé, isto é, ele vê o invisível e crê no impossível. Porque ele é espiritual, seus olhos são espirituais, ou seja, tem olhos de Deus, tem visão de Deus, tem a mente de Deus. “Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós (os que vivem pela fé), porém, temos a mente de Cristo” (1 Co 2:16).
         O Espírito Santo ensina que o homem espiritual não atenta nas coisas que se vêem, mas nas que não se vêem; porque as coisas que se vêem são temporais, e as que não se vêem são eternas (2 Co 4:18). Quer dizer: o homem espiritual não presta atenção, não se preocupa, não dá valor, enfim, não coloca o coração nas coisas passageiras desse mundo. O Senhor Jesus ensinou exatamente isso, aos discípulos, quando disse: “Por isso, Eu vos advirto: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer, nem pelo vosso copo, quanto ao que haveis de vestir” (Lc 12:22).
         Quem anda ansioso se não o ím­pio? Ele é quem anda sujeito às circunstâncias desse mundo! Ele vive sujeito aos sentidos naturais, ou seja, ele é subserviente dos olhos, do olfato, do gosto, do tato e da audição. Tudo o que seus olhos vêem, ele deseja; às vezes chega até comer com os olhos e não tem controle de si quando sente o cheiro de algo gostoso ao paladar. Muitas vezes, se engravida pelos ouvidos e não se sabe ver com os olhos se não manusear. Esse tipo de gente não dá a mínima para a Palavra que sai da boca de Deus, porque está sujeito aos caprichos dos sentidos.
         Mas o cristão não é ímpio! Antes, sua vida está centralizada na orientação bíblica. Ele é equilibrado e tem auto-controle. Suas atitudes são tomadas pela certeza de que seus olhos espirituais vêem. Para estes o Espírito orienta: “... buscai as coisas lá do alto... Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são daqui da terra” (Cl 3: 1,2).
         Fé é a certeza de coisas que se esperam; a convicção de fatos que não se vêem! Ora, se nossos olhos físicos vêem alguma coisa, então já não se pode considerá-la pela fé. Pois os olhos da fé vêem o invisível, mas os olhos físicos vêem o que é visível. Quando damos atenção às coisas visíveis é porque estamos vivendo segundo a carne, e não segundo a fé. Mas, quando prestamos atenção às coisas invisíveis, então estamos vivendo em espírito e na fé. Andar no Espírito é andar na fé; andar na fé é andar no Espírito. Pois quem anda no Espírito, anda na certeza ou na fé de que o Espírito Santo o guia.
         Enquanto a pessoa não nascer de Deus, jamais terá a visão de Deus! Pode até ser salva, mas nunca em condições de servir a Deus. É um salvo sem ser servo. Deus é Espírito! E somente quando se nasce d'Ele, se pode conceber Sua vontade, Sua visão do mundo, dos problemas e corno solucioná-los. Nenhuma universidade no mundo tem capacidade de levar o ser humano ao conhecimento de Deus; nem mesmo os maiores teólogos são habilitados para passar a visão divina para seus discípulos. Por quê?
         O Senhor Jesus disse que o mundo não pode receber o Espírito da verdade, “porque não no vê, não o conhece...” (Jo 14:17). Quer dizer: como o mundo anda pelo que vê e não podendo ver espírito, como ele poderia conhecer o Espírito Santo se não consegue vê-Lo? Ainda que a pessoa recebesse todas as informações a respeito de Deus, e não tivesse sido gerada por Ele, ela jamais poderia vê-Lo em sua vida e muito menos conhecê-Lo! 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Filhos de Deus x Filhos do Mundo


Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. João 1.12.13

Primeiro - Filhos nascidos do sangue - são as crianças geradas por acaso;
Segundo - Filhos nascidos da vontade da carne - são as crianças geradas por qualquer ato sexual;
Terceiro - Filhos nascidos da vontade do homem - são as crianças geradas com o planejamento dos pais e;
Quarto - Filhos nascidos de Deus - são crianças, jovens e adultos gerados pelo Espírito Santo.
Os três primeiros filhos, do ponto de vista bíblico, são classificados como os nascidos da carne. 
João 3.6
Filhos de Deus são apenas os nascidos da água e do Espírito Santo, a exemplo de Jesus. 
João 3.5

Em regra geral, o processo do novo nascimento, isto é, o nascimento da água e do Espírito (João 3.5), segue dois passos:

a) nascimento da água - trata da morte dos desejos pecaminosos e,em seguida, o sepultamento do corpo pecaminoso pelo batismo nas águas e;

b) nascimento do Espírito Santo - Após o primeiro passo, que é o arrependimento, vem a descida do Espírito Santo, a exemplo de Jesus.
E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle.
Romanos 8.9

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A FORMAÇÃO DE DISCÍPULOS


          A Igreja do Senhor Jesus Cristo hoje é fruto do trabalho dos servos do Espírito Santo feito nos discípulos formados ontem. A Igreja do Senhor Jesus Cristo amanhã vai depender do trabalho que está sendo executado pelos servos do Espírito Santo nos discípulos que estão em formação hoje. Essa formação de discípulos somente pode ser realizada pelos verdadeiros discípulos do Senhor Jesus, e não por um simples leigo, seguidor, pregador ou instrutor teológico. Aqueles que tiveram a sua formação fundamentada nas condições requeridas pelo Senhor Jesus, ou seja: renúncia total de seu futuro, de seus projetos pessoais, de seus bens materiais, enfim, de toda a sua vida até à morte, é que podem formar discípulos. Se isto não for observado, então não há nenhuma condição nem de se fazer discípulo nem de se candidatar ao discipulado. Porque aquele que forma discípulos não pode requerer deles apenas a sua renúncia total, mas como também, ele mesmo tem que dar o seu primeiro exemplo, e assim mostrar com a sua própria vida a renúncia de discípulo que é, da mesma forma como o Senhor Jesus também o fez em relação ao Seu Pai. O Espírito Santo diz, através do apóstolo Paulo, que “nós devemos ter o mesmo sentimento que houve também no Senhor Jesus, pois Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo (discípulo), tornando-se em semelhança de homens. E, reconhecido em figura humana, a Si mesmo Se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz”.

         Todo o tempo e paciência necessários por parte daquele que forma discípulos, devem ser observados, uma vez que o seu trabalho é o mais importante dentro do ministério cristão, pois, afinal de contas, ele deve estar se esmerando em transferir a visão e unção que o Senhor Deus lhe outorgou.

         Se os discípulos de ontem foram fiéis à sua chamada e escolha, e realmente renunciaram a tudo quanto tinham, de acordo com a Palavra do Senhor, que disse: “Se alguém vem a Mim, e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser Meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz, e vier após Mim, não pode ser Meu discípulo. Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser Meu discípulo”. Os seus respectivos discípulos terão o seu exemplo para, por sua vez, constituírem outros discípulos com o mesmo caráter e no mesmo Espírito.

         É claro que o trabalho de formação de discípulos sempre está sujeito às condições de submissão e despojamento de si mesmo, que o formador de discípulos tem para com a voz do Espírito Santo. Se o formador de discípulos tem ouvidos para ouvir a voz de Deus, então os discípulos que ele formar também o terão; e quaisquer que sejam as condições contrárias que estes encontrarem no futuro, para o exercício do ministério, jamais os impedirão de alcançar os objetivos para o Senhor. E serão chamados de servos bons e fiéis. Foram fiéis no pouco, sobre o muito serão colocados. E a honra e a glória serão dadas ao Senhor que os escolheu para seus discípulos.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A VONTADE DE DEUS


          Um dos maiores desafios da vida cristã é saber quan­do se está ou não vivendo ou fazendo algo de acordo com a vontade de Deus. Teoricamente, o cristão-servo deseja e quer estar dentro da vontade do seu Senhor; mas, na prática, ele ora, jejua, pede e insiste em coisas que não têm a ver com a vontade divina. Muitas vezes, as pessoas perseguem objetivos alicerçados na própria Palavra do Senhor Jesus, que diz: “Pedi, e dar-se­vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir­se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á” (Lucas 11.9,10).

         Existem ainda muitas outras promessas que estimulam a fé cristã para conquistar benefícios. Algumas vezes isso leva à omissão do mais importante: procurar saber se é ou não da vontade de Deus. O relaciona­mento do servo-cristão com o Senhor está apoiado na sua total , completa e irrestrita submissão à vontade d'Ele. Do con­trário, ele não é servo. Não é porque o Senhor nos dá o direito e a liberdade de perseguirmos um objetivo pessoal que temos o direito de ignorar Sua vontade. Se o Senhor Jesus, como Fílho, submeteu-Se à vontade do Pai, quanto mais nós, como servos! Como Filho, Ele tinha todo o direito de realizar a Sua própria vontade, mas preferiu fazê-la submetendo-a a vontade do Pai.

         Particularmente, posso testemu­nhar quantos aborrecimentos em minha vida poderiam ter sido evitados, se muitos objetivos perseguidos tivessem sido submetidos à vontade de meu Senhor! Imagine um servo desejando algo contrário à vontade do seu Senhor! Obviamente esse servo não é servo. Porque servo que é servo se caracteriza pela condição apenas de executor da vontade do seu Senhor. Qual o servo que tem vontade própria? Pelo contrário, sua vontade é satisfazer a vontade do seu Senhor; por isso ele é servo. O servo que procura servir a si mesmo deixa de ser servo para ser senhor de si. Sempre que existem conflitos de interesses, tais como fazer a vontade de Deus ou a própria vontade, surgem as dúvidas, neutralizando a fé. Se, entretanto, os interesses do servo são compatíveis com os do seu Senhor, então não há dúvida, e a fé é fortalecida. Porque nada é mais agradável para o servo do que estar no centro da vontade do seu Senhor. O rei Davi conhecia muito bem o sentido do relacionamento entre o Senhor e o servo. No Salmo 37, ele aconselha o seguin­te: “Agrada-te do Senhor, e ele satisfa­rá os desejos do teu coração” (versículo 4). O Senhor Jesus também ensinou algo semelhante ao dizer: “E, se al­guém me servir, o Pai o honrará” (João 12.26). Muitos cristãos, especialmente os inexperientes, ficam ansiosos por realizações pessoais e se esquecem de submeterem seus objetivos à vontade de Deus. Talvez por temerem saber não ser da vontade divina.

         E, quando não os alcançam, ficam frustrados e até decepcionados com a própria fé. Procuram aqui, ali e acolá algum motivo da falta de conquista e nada...

         A verdade é que nem sempre a não realização se deve à falta de fé ou mesmo a algum pecado, mas, sim, que Deus, pela Sua infinita misericórdia, não permitiu aquela posse, porque seria a sua destruição. A jumenta de Balaão, por exemplo, foi impedida de seguir o seu caminho por Deus e não pelo diabo. É verdade que este está sempre tentando barrar o avanço cristão, porém, através da oração perseverante, ele acaba “caindo fora” e, então, se conquista.

         É preciso, no entanto, estar consciente de um fato: quando algo é da vontade de Deus, a convicção no coração é tão forte que é impossível ser removido, quer pelo diabo, quer pelo mundo. A fé é uma certeza absoluta; é o poder de Deus dentro da alma do servo. Este não precisa ouvir a voz ­audível de Deus, como aconteceu com Abraão, Isaque e Jacó, para ter certeza da Sua vontade; a própria fé fala por si e impulsiona o servo a agir.

         Quando isso ocorre, o servo não fica ansioso, preocupado ou com medo, pois ele conhece a voz do seu Senhor. O Senhor Jesus disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem” (João 10.27). Quer dizer: não há como dar errado.

terça-feira, 6 de março de 2012

Banquete do coração II


É comum ouvir as pessoas usarem a expressão "sou dono do meu próprio nariz". Em outras palavras, ninguém tem o direito de mandar na minha vida a não ser eu mesmo, eu me governo e faço dela o que bem entender, eu me pertenço.

Humanamente falando, o raciocínio é perfeito, pois nós somos reis de nossas vidas. Porém, queira ou não aceitar, há um rei espiritual que exerce total domínio no reino de sua vida, o Rei da luz ou o rei das trevas. Das quase sete bilhões de pessoas existentes neste mundo, em cada vida existe um palácio, no qual banquetes são oferecidos a seus convidados.
Já sabemos quais são os pratos prediletos que o rei das trevas, o diabo, desfruta com seus convidados, os demônios.

Se de um lado os demônios são atraídos pelo banquete oferecido no palácio do coração humano, de outro, o Rei da luz, o Senhor Jesus, é atraído pelo aroma de pratos deliciosos, que despertam nEle o desejo de entrar neste coração e ali cear em perfeita comunhão.

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo." Apocalipse 3.20

Veja a lista de alguns pratos que atraem o Rei da Luz:

Prato 1 - Sinceridade
Prato 2 - Reconhecimento da insignificância
Prato 3 - Entrega sem reservas
Prato 4 - Confissão dos pecados
Prato 5 - Renúncia (sacrifício)
Prato 6 - Obediência à Palavra de Deus
Prato 7 - Fé racional
Prato 8 - Sede do Santo Espírito
Prato 9 - Fidelidade em tudo, inclusive nos dízimos
Prato 10-Batismo nas águas

Estes são alguns pratos que enchem os olhos do Rei da Luz, quando Ele encontra alguém disposto a abrir mão do seu próprio governo para oferecê-lo Àquele que é, nada mais, nada menos, o Autor da vida. Daí, podemos entender melhor por que ele é chamado "Rei dos reis", nós somos reis de nossas vidas e Ele reina sobre nós. Que maravilha! Não é mesmo, obreiros, obreiras e todos os leitores?

"Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.” Apocalipse 19.16

Deus abençoe a todos

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A DISCIPLINA DO REINO DE DEUS

            
         A Palavra de Deus orienta o homem e a mulher para que ambos saibam conduzir suas vidas e suas famílias por um caminho abençoado. Porém, ainda assim, a maioria dos problemas atuais é de origem familiar.
         O nosso maior inimigo, o diabo, causador de todos esses problemas, sabe que é justamente a obediência à disciplina divina que fará toda a diferença em nossas vidas. Ele sabe que a fé é a única força capaz de vencer, não somente a ele, mas a todos os seus demônios, a todo o inferno.
         Viver sem disciplina é viver sem regras, sem ordem e sem Luz. Somente o reino do inferno é regido pela insubordinação e pela desobediência à Palavra de Deus. Por isso, o enganador luta vinte e quatro horas por dia para contaminar a nossa fé por meio da dúvida.
         Por exemplo, o apóstolo Paulo dirige-se às mulheres para que “sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo” (Efésios 5.22,23).
         Isso não quer dizer que a mulher deva viver sem vontade própria, como uma escrava. Esse é um pensamento do diabo. Na verdade, o apóstolo quer dizer que ela deve ser submissa ao seu marido porque, ao instituir a família, Deus determinou que o homem fosse o cabeça.
         O casamento, esse relacionamento entre homens e mulheres, pode ser comparado à gestão de uma grande empresa ou de um país. Imagine se duas pessoas cuidassem dos mesmos assuntos gerenciais? Imagine um lugar onde houvesse dois prefeitos, dois governadores ou dois presidentes? Seria uma bagunça!
         E no casamento não é diferente. Imagine se a direção da família fosse dada por duas pessoas ao mesmo tempo? Certamente não daria certo. É isso que o mal tem plantado nos lares - a discórdia e a separação!
         Da mesma forma, a Bíblia também ensina: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25). Esse amor não é apenas o sentimento do coração! Mas representa a entrega, assim como o Senhor Jesus se entregou por Sua igreja para nos salvar. Amar é fazer tudo para que a sua esposa se sinta bem e, dessa forma, ambos sejam beneficiados.
         Enfim, a Palavra de Deus contém a receita para uma vida maravilhosa, mas depende do ser humano ser submisso a essa Palavra. A obediência leva o homem a entrar no Reino de Deus. Do contrário, os seus lares estarão desestruturados. Além disso, quando obedecemos à disciplina do Reino de Deus, há saúde, alegria, paz e prosperidade.
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