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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Por que dinheiro é importante no sacrifício?

A palavra sacrifício também quer dizer renunciar algo precioso

É comum as pessoas falarem na igreja que se entregaram de corpo, alma e espírito no Altar, mas, na maioria dos casos, não vemos a resposta de Deus materializada. Por quê? Simples. Temos duas pernas para nos fazer chegar aonde queremos. Quando caminhamos, colocamos toda força do corpo na perna esquerda, enquanto a direita avança. Depois colocamos toda força do corpo na perna direita, enquanto a esquerda avança. O sacrifício também é assim: existe a perna do espiritual e a perna do material. Muitos colocam toda força apenas no espiritual - jejuam, oram, se afastam do pecado -, mas temem agir a fé, renunciando no Altar o que pertence ao corpo, à alma e ao espírito, o sacrifício material.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Conhecendo a verdadeira JUSTIÇA

Como se manifesta a principal característica do caráter de Deus


Um juiz. É assim que a Bíblia descreve Deus. Ao contrário dos homens, Ele não vê aparência, nem pode ser enganado por provas manipuladas. Ele também não tira conclusões precipitadas. “Descerei e verei se, de fato, o que têm praticado corresponde a esse clamor que é vindo até mim” (Gênesis 18.21) Nem Sodoma e Gomorra foram julgadas sem provas concretas de que estavam agindo de forma errada.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A grandeza de Deus

As Maravilhas acontecem na vida daquele que é capaz de ter a visão de Deus


Quando Abraão teve a visão das estrelas, ficou maravilhado com aquilo que enxergava, pôde compreender o que Deus projetava para ele. Era algo muito além do que o próprio homem poderia imaginar. A grandiosa visão de Deus não enxergava Abraão como pai apenas de um filho, mas, sim, de uma nação.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

A visão dos três pedreiros



Conta-se que na Idade Média, três pedreiros trabalhavam duro em uma construção, debaixo de um sol quente, quando um visitante chegou e perguntou o que eles estavam fazendo.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Hora certa para lutar pelos sonhos


Bispo Julio Freitas ensina a usar a fé de modo inteligente e a semear para colher



Sandra da Silva sonhava em ser cabeleireira. Toda vez que passava em frente a um salão, ficava admirando os cortes e penteados das clientes, além da maneira e do estilo com que as cabeleireiras trabalhavam. Em casa, ensaiava os gestos e até como pegar na tesoura, nos pentes e na escova. Era um sonho que esbarrava na falta de iniciativa e de determinação para buscar capacitação.

“Queria que as coisas viessem a mim, mas eu não ia até elas. Não era revoltada, era isso que me faltava. Quando fui para o Centro de Ajuda, comecei a ter conhecimento da Palavra de Deus; e quando surgiu a oportunidade de participar da Campanha de Israel, decidi que aquela era a hora certa para agir e colocar em prática a fé inteligente que me havia sido passada. Tinha consciência de que, agindo dessa maneira, poderia realizar o meu sonho”, comenta, acrescentando que, na mesma semana, começou o curso de cabeleireira.

Mas não ficou só nisso. Na Campanha de Israel seguinte, Sandra da Silva participou e colheu frutos.

“Consegui abrir o meu salão. Aprendi que, para conquistar um sonho, temos que lutar e buscar por ele. Temos que ter atitude”, destaca.

“Junte tudo aquilo que já conquistou na sua vida. Tudo isso não é nada comparado com o que ainda pode conquistar. Mas, para isso, você tem que crer.” Foi com essa mensagem que o bispo Julio Freitas, responsável pela IURD de Portugal, começou a reunião de Concentração de Fé e Milagres, no Centro de Ajuda, na Sede Internacional da Europa, no último dia 17, com o objetivo de orientar os presentes a usarem a fé de modo inteligente.

Durante o encontro, bispo Julio Freitas chamou a atenção de quem cruza os braços à espera de benefícios e conquistas.

“Quando sacrificamos para Deus, ficamos na dependência dEle, mas isso não significa que cruzemos os braços, pois não podemos ficar à espera de que as coisas aconteçam sozinhas. Temos que dar continuidade ao nosso sacrifício para fazer com que as coisas boas aconteçam na nossa vida”, salientou.

Segundo o bispo, há pessoas que ficam cansadas de semear e ofertar e acabam desanimando.

“Se parar de semear não terá o que colher; mas se semear, ainda que seja pouco, terá sempre o que colher”, observou.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Por que o filho ?



Temos ouvido a história de Abraão ressaltando o importante fato de Deus ter lhe pedido o seu sonho.

Abraão casou, aproximadamente, aos 40 anos, e, desde esse tempo, sonhava em ter um filho com a sua esposa Sara. Durante 60 anos, o patriarca perseguiu este ideal.

Depois do nascimento de Isaque, decorridos de seis a sete anos, Deus pede aquela criança em sacrifício.

O sonho que custou mais de seis décadas para ser concretizado agora é requerido por meio da apresentação de um sacrifício.

Por que Deus pediu o sacrifício a Abraão?

O que era mais importante para Deus: o menino sacrificado ou Abraão?

Obviamente, Abraão! Era ele quem estava sendo provado por Deus.
Porém, perante isto, surgem algumas questões: Deus não sabia quem era Abraão? Ele não sabia que o Seu servo atenderia ao pedido que lhe havia sido feito? Então, por que motivo o testou?

Deus sabia que Abraão atenderia ao seu pedido, sabia de tudo, como sabe de todas as coisas, mas o Seu intuito era que o sacrifício de Abraão ficasse registrado na História, como exemplo a ser seguido por todos os que creem nEle. Essa é a razão!

Fez para que soubéssemos o tipo de fé que O agrada, que move a Sua mão, que O faz jurar e movimentar céus e Terra para realizar os nossos sonhos.

O valor do sacrifício não está no menino colocado no altar, mas na obediência.

Quando Abraão colocou o filho no altar e levantou o cutelo para imolá-lo, Deus revelava a todas as gerações o tipo de fé que pretende, o tipo de pessoas que procura para com Ele entrar em aliança: pessoas que não medem esforços, sacrifícios, e vão além dos seus limites para agradá-Lo, para obedecer à Sua voz.

Por conseguinte, o tipo de sacrifício que você apresenta no altar revela sua qualidade de relacionamento para com o Senhor Deus.

Não há obrigatoriedade, de espécie alguma, na sua entrega, e ninguém, seja quem for, tem o direito de opinar quanto ao seu “Isaque”. E se você questionar, então não deverá entregá-lo, pois revela insegurança na sua atitude.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Olhai para Abraão


“Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque, sendo ele só, eu o chamei, e o abençoei, e o multipliquei.” Isaías 51.2

Por que Deus nos manda olhar para Abraão?

O que ele fez de tão importante?

O que Deus quer nos mostrar, quando manda olhar para ele?

Eu creio ter sido a sua fé, que foi vista na sua obediência quando Deus o chamou.

Aliás, Abraão vivia em função de uma obediência à Palavra de um Deus que ele não via, não tocava nem sentia. Ele cria.

Até porque, Deus é espírito. Não se vê, não se toca, não se sente. Apenas se crê que Ele existe, e se torna galardoador daqueles que O buscam.

Quando Deus pediu a Abraão o seu único filho, Isaque, obedecendo, ele se dispôs a sacrificar e o colocou no altar.

Mais uma vez, a fé de Abraão é vista na obediência à Palavra de Deus.
Deus já tinha dito a Abraão, quando o chamou, que o abençoaria. O fato de ele chegar ao extremo de sua fé, sacrificando seu único filho, fez com que Deus, com um brado, jurasse por si mesmo que tudo aquilo que Ele havia prometido a Abraão se cumpriria. Embora não houvesse necessidade de tal juramento, pois Ele é Deus. Tudo para Deus é possível, se existe algo impossível para Deus é que Ele minta.

A grandeza da fé de Abraão estava na sua obediência, essa é a razão pela qual Deus o abençoou em tudo, fazendo dele a própria bênção.

Não podemos esquecer o que aprendemos com o bispo Macedo: o sacrifício é a menor distância entre o querer e o realizar.

Deus pede. A opção de dar, obedecendo ou não, é nossa.

Quem crê, vem com a gente. Porque nós vamos ao Monte Moriá.

Quem não crê, fica.

Mesmo os que não creem vão ver, com certeza, mas vão ver na vida dos outros.

Onde você quer ver? Na sua vida ou na dos outros?

Eu quero ver na minha e na dos outros também

Bispo Romualdo Panceiro

Princípio da Fé

A partir da rebeldia de Adão, o mundo entrou em crise espiritual e, consequentemente, moral.
Sem a direção Divina, a humanidade desenvolveu a idolatria, a indisciplina e a desordem.
Para dar nova chance à humanidade o Senhor teria de enviar Seu Filho para morrer por ela.

Mas, como gerar Jesus num mundo idólatra?

Como gerar o Santo Filho de Deus no meio do pecado?

Então, o Senhor resolveu gerar, primeiro, um povo separado dos demais povos pagãos.

Abraão foi o único que atendia ao plano Divino.

Sua fé relacionada à inteligência se adequava à parceria com Deus.

Deus é espírito, sabedoria, inteligência, razão…

A comunhão com Ele exige uma fé relacionada ao intelecto.

Abraão raciocinava.

Preferia o ateísmo a acreditar nos deuses criados pela arte e imaginação humana.

Deus escolheu Abraão porque ele pensava.

Usava o raciocínio para escolher e não o coração.

Mesmo assim, para fazer dele uma nação, tinha de retirá-lo de seu mundo particular.
Do contrário, influenciado pelos familiares e costumes pagãos daquela sociedade, não teria ouvidos para prestar atenção à voz de Deus.

A primeira prova de sua fé foi o sacrifício de deixar a terra do pecado, deixar os familiares e até renunciar a liderança de seu clã.

Esse mesmo critério no processo seletivo dos filhos de Deus se aplica nos dias atuais.

Jesus disse:
“Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me.”Mateus 16.24

Na parceria com Deus não há uma terceira pessoa.

Ou Ele é o Primeiro na vida ou não faz parte dela.

Para se ter a honra de tê-Lo como SENHOR, Ele exige ser o Primeiro, a Primícia na vida...

É como Jesus diz:
“Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim não é digno de Mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a Mim não é digno de Mim; e quem não toma a sua cruz e vem após Mim não é digno de Mim.
Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por Minha causa achá-la-á.”
 Mateus 10.37-39

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A FÉ COM QUALIDADE


      Como é possível para algumas pessoas que dizem crer no Senhor Jesus Cristo, bem como na Sua Santa Palavra, viverem como se Ele nem existisse? E por que a Sua Igreja tem sido tão fracassada diante dos desafios que o mundo lhe impõe? Por causa desses questionamentos, fomos buscar respostas ao avaliarmos a fé de várias pessoas que têm vindo até nós e chegamos à seguinte conclusão: a fé tem sido separada da inteligência, pois é justamente essa junção que dá suporte à fé qualitativa.
      A vida de uma pessoa depende da fé que ela possui. Nós podemos concluir que a qualidade de vida dessa pessoa também depende da qualidade de sua fé. “... nem mesmo em Israel achei fé como esta” (Mateus 8:10). Quando o Senhor Jesus viu a fé daquele centurião, admirou-se, pois Ele, mais do que ninguém, conhecia muito bem a tradicional fé judaica professada em todo Israel. O Senhor somente achou fé de qualidade naquele estrangeiro, que era um oficial romano.
      A fé cultivada em Israel estava deteriorada pelos ritos e costumes religiosos tradicionais, descompromissados com a fé original de Abraão, Isaque e Israel. Havia uma religião, mas faltava a comunhão com Deus. O que faltava de sinceridade sobrava em hipocrisia por parte das autoridades eclesiásticas. Era esse o quadro espiritual em Israel e que não difere em nada do mesmo apresentado nos dias atuais.
      O Senhor não estava comparando a fé do centurião em termos de quantidade, mas à sua qualidade. Essa qualidade se fez notória pela forma inteligente de expressar o sentimento de certeza. Ele havia dito: “Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; mas apenas manda com uma palavra, e o meu rapaz será curado. Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, tenho soldados às minhas ordens e digo a este: vai, e elevai; e a outro: vem, e ele vem”.   (Mateus 8:8,9)
      O centurião creu na palavra do Senhor Jesus porque reconhecia a Sua autoridade. Aí está sua inteligência unida com a fé. A fé tem tudo a ver com a inteligência a partir do momento em que ela é consciente. O apóstolo Paulo confessou: “porque sei em quem tenho crido...” (2 Timóteo 1:12). Sua fé não estava alicerçada na fé alheia, nem muito menos no testemunho de alguém. Paulo estava convicto de sua crença. Pois conhecia bem em quem havia apoiado toda sua vida. A fé qualitativa suscita a revolta para com a derrota. A exemplo disso nós temos Abraão, Jacó, Moisés, Josué, Gideão, Jefté, Davi e tantos outros que apresentaram uma revolta diante dos sintomas de derrota. A qualidade de certeza que havia em seus corações obrigava-os a rejeitar a derrota em face da crença num Deus Todo-Poderoso.
      Ao contrário da fé consciente, existe a cega, que jamais pode trazer qualquer beneficio. Inclusive é essa fé a responsável pela escravidão das religiões. Gideão se mostrou revoltado diante do anjo do Senhor porque a sua inteligência não aceitava ver seu povo crendo num Deus vivo e ao mesmo tempo sofrendo nas mãos de seus inimigos. Sua revolta apontava sua força e com ela salvou Israel. O sentimento de revolta apresentado por Gideão diante de Deus mostrou a sua força e a razão pela qual ele foi o escolhido para livrar Israel da mão dos seus inimigos. Na sua revolta havia dois elementos principais: a fé e a inteligência.
      Enquanto sua fé lhe dava a certeza de que Deus era com ele, a sua inteligência não se conformava com aquela situação de miséria. Creio que Deus tem buscado pessoas de fé qualitativa para que Ele possa realmente ser glorificado nesse mundo, não com meras palavras, mas no testemunho de caráter verdadeiramente cristalino.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

“EU SOU CONTIGO, NÃO TEMAS”


A perseverança é virtude de poucos. Apenas aqueles que confiam verdadeiramente em Deus a possuem. O valor da perseverança aparece nas horas mais difíceis: quando enfrentamos tribulações ou sofremos injustiças. Quando tudo vai bem, é fácil continuar firme. Por isso, a paciência e a perseverança devem ser frutos da confiança na justiça e na Palavra de Deus, pois essas sim, não falham nunca! Pode até parecer que a graça a ser alcançada seja demorada aos olhos humanos, mas não aos olhos do Altíssimo e, na hora certa, Ele abençoará abundantemente a sua vida.

         Apesar de todas as promessas Divinas, o homem nem sempre permanece firme, principalmente nos momentos de calúnias, de perseguições e de sofrimento. Muitos, inclusive, têm fé para serem curados, para se libertar de vícios ou para obter uma bênção econômica. Ficam radiantes quando alcançam o que desejam, porém desesperam-se quando surgem os problemas. Tornam-se pessoas tristes e desanimadas. Aquela sensação de alegria, que sentiam outrora, dá vazão a sentimentos de aflição e de angústia.

         Nesses momentos, fica difícil perceber que o Senhor Jesus está provando a sua fé, como está escrito: “Para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo”.  (1 Pedro 1:7)

         Há pessoas, entretanto, que são extremamente firmes e confiantes em Deus. A exemplo de Jó, que, mesmo em meio ao sofrimento, ao desespero e à profunda tristeza, disse: “Por­que eu sei que o meu Redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19:25). O Apóstolo Paulo também passou por momentos terríveis de perseguições e de injustiças por causa da sua fé, mas confessou: “E, por isso, estou sofrendo estas coi­sas; todavia, não me envergonho, porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depó­sito até aquele Dia”.  (2 Timóteo 1:12)

         É preciso entender que aquele que diz ter uma grande fé, por essa mesma fé será provado. Quando agimos pela fé nos momentos difíceis, estamos, na verdade, dando um passo a mais em direção a grandes conquistas. É Deus quem nos garante isso ao dizer: “Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Isaías 41:10). Temos de manter em nossos corações a chama da fé e crer, pois será essa atitude que vai produzir em nós a resposta de Deus para tudo que pedimos ou pensamos.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O Temor nos Dízimos


Tem sido muito difícil para as pessoas sem discernimento espiritual entender o sentido dos dízimos e ofertas.
Por que o SENHOR considera roubo quando não se devolve os dízimos?
Porque os dízimos são propriedade exclusiva dEle.

Após ter comido do fruto da árvore da vida, Adão e Eva logo foram expulsos da presença de Deus.
Tinham direito e acesso a todos os frutos das árvores do Paraíso.
Mesmo assim preferiram desobedecer à Palavra Divina.
Por que era proibido tocar no fruto da árvore da vida?
Porque era a primícia de Deus - o dízimo.
“Davi e todo o Israel alegravam-se perante Deus, com todo o seu empenho; em cânticos, com harpas, com alaúdes, com tamboris, com címbalos e com trombetas.” I Crônicas 13.8
Havia grande festa pela vinda da Arca da Aliança.
Os bois vinham puxando a carroça com ela em cima.
Em determinado lugar eles tropeçaram.
Tentando impedir a queda da Arca, Uzá estendeu a mão e a segurou.
“Então, a ira do SENHOR se acendeu contra Uzá e o feriu, por ter estendido a mão à arca; e morreu ali perante Deus.” I Crônicas 13.7-11
Não era permitido a ninguém tocar na Arca, senão os sacerdotes.
Tocar nas coisas sagradas é falta de temor e de respeito ao Senhor.
Significa colocar-se no mesmo nível do Altíssimo.
Tocar nos dízimos significa provocar a ira do Senhor.
É como tocar na Arca da Aliança.
Por conta disso, o Senhor Deus considera ladrão os que tocam nas Suas primícias.
Quem ousa tocar num despacho feito numa encruzilhada?
Ninguém.
Por quê?
Porque há pavor de ser castigado pelas entidades.
Ora, se há temor para com as coisas consagradas aos encostos, imagine com as consagradas ao Todo-Poderoso!
Que cachaceiro é capaz de tomar uma pinga sem antes dar o primeiro gole para o "santo"?
Por quê?
Porque teme o "santo", respeita o "santo"…
Na realidade, não quer, de jeito nenhum, desagradar o "santo".
Neste mundo vil, os filhos das trevas têm mais respeito ao diabo do que a Deus.
Daí a razão de a maldição correr solta neste mundo.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Crentes Ladrões



Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.
Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai-vos para Mim, e Eu me tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?

A palavra chave aqui é: 'Tornai-vos para Mim'.
A história de Israel não é recordada pela obediência ao Senhor.
Antes, durante todo o seu relacionamento com Deus, Israel viveu mais tempo na rebeldia do que na obediência.
Apesar de ser as primícias de Deus dentre todas as nações, Jeremias 2.3
Primogênito do Altíssimo.
Ainda assim desprezou a consideração Divina.
Por conta de sua rebeldia, o Senhor o considerou ladrão.
Ladrão de Deus.
Iguais à maioria dos crentes de hoje em dia.

Não foram os inimigos, nem as nações vizinhas que chamaram Israel de ladrão. Foi o próprio Deus.
A fama de ladrão é a mais deprimente para pessoas honradas.
Os que odeiam Jesus também me chamam de ladrão.
Porém, se o Justo Juiz me defende, quem intentará acusação contra mim? Romanos 8.33
Mas, quando é o Próprio Juiz que acusa Israel de ladrão, quem o defenderá?
Não conhecesse o Senhor e a Sua Santa Lei, Israel não seria considerado ladrão.

O mesmo se dá com respeito aos crentes desobedientes.
São piores do que os malfeitores incrédulos.
São ladrões diante do Deus-Pai, ladrões diante do Deus-Filho e ladrões diante do Deus-Espírito Santo.
Daí a razão porque sua maioria é fracassada.
Sabem confessar promessas como O Senhor é o meu pastor e nada me faltará… Mas não vivem isso.
Antes, são servos dos ímpios e incrédulos.

Comem mal, dormem mal, moram mal, enfim, vivem mal…
Por quê?
Porque conhecem a Palavra de Deus, mas obedecem a do diabo.
O diabo veio para roubar, matar e destruir. João 10.10
Eles não matam nem destroem, literalmente.
Mas, roubam a Deus.
Fazem o mesmo que o diabo.

E se o Senhor chamou de ladrão o Seu povo eleito, não o fará com os cristãos ladrões?
E será que o Senhor Jesus vai defendê-los só porque dizem crer nEle?
Só porque são frequentadores de igrejas evangélicas?
Só porque carregam a Bíblia e suas vestes são crentes?
Só porque não fumam nem bebem?
Não! Mil vezes não!

Roubará o homem a Deus?
Todavia, vós Me roubais e dizeis: Em que Te roubamos?
Nos dízimos e nas ofertas.
Com maldição sois amaldiçoados, porque a Mim me roubais, vós, a nação toda.

A maldição do inferno está sobre os ladrões.
Que ladrão se mantém longe da condenação?
Pode até ficar livre por um tempo, dois tempos, três tempos.
Mas nunca e jamais por todo o tempo.
Cedo ou tarde estarão sentados perante o Justo Juiz.

Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa…

A condição imposta para voltar a ser parceiro do Espírito Santo é obedecer à Sua Lei ou Palavra.
A dedicação das primícias da renda (dízimos) e as ofertas expontâneas à Casa do Senhor significa prática das primeiras obras.
Ou seja, exercício da fidelidade e do amor a Deus sobre todas as coisas.
Isso se chama atitude de pura fé, haja vista que retira-se os primeiros 10% para entregá-los no altar de Alguém Invisível.

e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se Eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.

Somente quando se honra ao Senhor Deus se é honrado por Ele.
O dizimista fiel tem até o direito de cobrar as Promessas de Deus.
Se o fizer, vai constatar sua veracidade.

Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra;
O devorador maldito só perde o direito de consumir o fruto do trabalho da pessoa quando esta é fiel na sua aliança com Deus.
Quantas pessoas trabalham arduamente e não veem o fruto de seu trabalho?
Quantos têm ganho rios de dinheiro, mas não têm usufruído dos seus benefícios?
Antes, passam toda a vida trabalhando e ajuntando dinheiro para, no final, gastá-lo com médicos e remédios.
Não seria isso atuação direta do devorador?
Quantos têm carregado uma maldição hereditária?

…a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.
Quando há parceria com o Criador, nada é estéril.

Pelo contrário. Há sucesso em todo e qualquer empreendimento.

Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos.
Malaquias 3.6-12

quarta-feira, 9 de maio de 2012

COMO CHAMAR A ATENÇÃO DE DEUS


         Nosso objetivo ao redigir esta coluna é transmitir ao maior número de pessoas possível os ensinamentos e as revelações que Deus tem nos dado através da Sua Palavra. Um desses ensina­mentos é o de que não é por mérito que se conquistam os bene­fícios de Deus, mas sim, pelo esforço e determinação em atingir um objetivo e pela fé! Mas não a fé teórica, e sim, a prática.

         Está escrito: “Mas alguém dirá: tu tens fé, e eu tenho obras; mos­tra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé” (Tiago 2:18). Em outras palavras, você pode até freqüentar uma igreja, jejuar, orar, mas se não colocar em prática a sua fé, nunca al­cançará a transformação de vida almejada. A expressão “obras” nes­sa passagem refere-se às atitudes que tomamos em conformidade ou não com a Palavra.

         Vale a pena ressaltar que, diante de Deus, todos nós somos pe­cadores. Porém, quando tomamos uma atitude de fé, arrependen­do-nos sinceramente de nossos erros, automaticamente somos perdoados, lavados e justificados pelo sangue derramado pelo Senhor Jesus. Quer dizer, somente quando passamos a viver em obediência à Palavra de Deus, é que nos tornamos justos diante dEle.

         Todavia, por causa da forma­ção cultural do povo brasileiro, das tradições religiosas herdadas de nossos ancestrais, aprendemos que basta ter bom coração, ser caridoso para agradar a Deus. Contudo, a Bíblia diz que é pela graça, ou seja, pela misericórdia e compaixão de Deus, que somos salvos. Portanto, não é pela prática da caridade que alcançamos a salvação, mas é pela fé no que está escrito!

         Não importa qual a raça, religião, grau de instrução ou con­dição social da pessoa, tampouco os erros que ela cometeu. Não é isso que Deus considera, mas sim, o interior do ser humano e suas atitudes diante da Sua Palavra. Ou seja, não basta crer em Deus e aceitar Jesus Cristo como Senhor e Salvador. É preciso mais do que isso! É necessário assumir essa fé na prática, o que requer sacrifício da nossa parte.

         O sacrifício é uma demonstração pessoal da fé, envolve renúncia, por isso dói, incomoda. No entanto, chama a atenção de Deus! Con­tudo, para que isso ocorra, tem de haver primeiro por parte do indiví­duo uma disposição em sacrificar sua própria vontade, para obedecer a de Deus. Todavia, ocorre que muitos têm ofertado suas vidas a Ele, mas não as têm sacrificado. Por essa razão, mesmo estando na igreja e sendo caridosos, continuam colhendo apenas fracassos.

         Amigo leitor, Deus aspira viver em nossa companhia por toda a eternidade, mas para isso precisamos fazer sacrifícios, pois ter uma vida em comunhão com Ele não é fácil. No entanto, lembre-se: a atitude de sacrificar ou não depende exclusivamente de você!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

ACOMODAÇÃO

QUANDO A PESSOA TEM FÉ, NÃO SE ENFRAQUECE DIANTE DAS DIFICULDADES; MUITO PELO CONTRARIO, SÃO AS DIFICULDADES QUE SE ENFRAQUECEM DIANTE DELA. PORQUE FÉ E A CERTEZA DO PODER DE DEUS DENTRO DE NÓS

VOCÊ PODE TER TUDO A SEU FAVOR, MAS, SE NÃO TIVER ESTA CERTEZA, NÃO CHEGARA A LUGAR NENHUM. NIMGUÉM PODE RESOLVER POR VOCÊ OS SEUS PROBLEMAS; POR ISSO, DEUS COLOCOU AFÉ NO SEU CORAÇÃO, PARA QUE AS DIFICULDADES ENFRENTADAS TENHAM FIM.

INFELIZMENTE, EXISTEM PESSOAS QUE NEM CHEGAM A TENTAR ALCANÇAR ALGUMA COISA, POIS SE ACOMODAM ÀS SITUAÇÕES QUE VIVEM. EM VEZ DE TENTAREM UMA MUDANÇA, PREFEREM CULPAR ALGUÉM POR SEUS FRACASSOS. A MENOS QUE MUDEM SEU MODO DE PENSAR, ESSAS PESSOAS CONTINUARÃO ANDANDO EM CÍRCULOS E SE QUEIXANDO DE QUE AS COISAS NUNCA ACONTECEM COMO ELAS QUEREM.

E, REALMENTE, NUNCA ACONTECERÃO SE CONTINUAREM TENDO ESSA PÉSSIMA ATITUDE EM RELAÇÃO À VIDA, POIS AS SITUAÇÕES QUE VIVEM SÃO UM REFLEXO DE SI MESMO. OS VENCEDORES FAZEM AS COISAS ACONTECEREM; OS PERDEDORES DEIXAM QUE ACONTEÇAM. PARA SUPERARMOS AS DIFICULDADES FINANCEIRAS É PRECISO ENFRENTÁ-LAS; CASO CONTRARÍO, SEREMOS FACILMENTE ENVOLVIDOS E, CONSEQUENTEMENTE, DERROTADOS.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Os 7 mandamentos da motivação


1. Não seja um procrastinador 
Não adie as tarefas de hoje. Também não adie suas decisões. Faça isso por você. Evite acumular afazeres, pois alguns tentam dedicar-se a muitas coisas ao mesmo tempo, além de estressante, é um convite para o fracasso.

2. Comece algo e termine 
Lembro-me de uma ocasião em que passei algumas horas escrevendo um artigo e o computador “travou”. Perdi tudo e não fiquei nada feliz. Eu havia começado, mas o final era a minha motivação. Se você começar algo, termine, a menos que o sentimento de frustração seja bom para você.

3. Confie em você mesmo 
Ao atender centenas de pessoas e empresas, detectei diversos casos em que sobrava capacidade, mas faltava confiança. Há ocasiões que o segredo do êxito é apenas “confiar no seu taco” e ter “bala na agulha”. A PNL nos ensina ao dizer que: “Todos possuem os recursos que necessitam, basta acessá-los”. Fale em alta voz: “Sim, eu posso. Eu me permito. Eu vou”.

4. Valorize o que realmente importa 
Defina suas metas, suas prioridades e valores. Equilibre seu tempo, não viva só para o trabalho, por exemplo. Desfrute de momentos felizes ao lado de seus familiares. Pratique atividades físicas, leia bons livros, ouça boas músicas, exercite a sua fé.

5. Tenha grandes planos 
Você quer ser grande? Ande com os grandes. Quer ter grandes realizações e um grande sucesso? Tenha objetivos e metas, e corra atrás. Não seja medíocre.

6. Não tenha medo de fracassar 
O fracasso é uma ação, não é uma pessoa. É apenas uma oportunidade de fazer diferente, de recomeçar de outra forma. Portanto, mesmo que você caia, levante-se com classe, e saiba que os tombos te ensinarão novas manobras.

7. Persista, persista, persista 
Olhe para seu alvo, fixe os olhos nele e prossiga até tocá-lo. Será fácil? É bem provável que não, mas ainda que você seja surrado, não seja nocauteado. Fomos criados para sonhar e são eles – os sonhos – que abastecem a nossa alma. Não venda os seus sonhos, não desista deles, não deixem roubá-lo de você.
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