Pesquisar :

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Promessa do Dia 27/12/2011





“Porque o Filho do Homem há de vir na
glória de seu pai, com os seus anjos, e, então
retribuirá a cada um conforme as suas obras.”
                                     ( Mateus. 16 – 27 )

17º Dia do Jejum de Daniel

Ano novo, vida nova?
Essa é a esperança de todo o mundo. Inclusive, crentes em Jesus.
Mas será que o sentimento de esperança é suficiente para se ter uma vida nova no ano novo?
Para responder essa pergunta basta voltar ao passado. Existiam as mesmas expectativas, nessa época, nos anos anteriores. As mesmas esperanças. E o que aconteceu? Nada. Para a maioria foi até pior.
Por quê?
Porque a vida nova não depende de sentimentos, mas da fé em ação. Como?
Voltemos aos tempos bíblicos.
Deus chamou Abraão para construir uma nação separada de todas as demais pagãs. Israel, neto de Abraão, multiplicou-se no Egito e tornou-se um povo numeroso. O Senhor o libertou da escravidão egípcia e dele constituiu uma nação forte e poderosa.
Mas, por conta de sua rebeldia, Israel voltou à condição espiritual de Jacó. Voltou à condição de escravo em terras estrangeiras.
A história se repete. Quando o povo está bem espiritualmente, há paz, saúde e prosperidade. Mas quando está mal com Deus, o diabo deita e rola.
Cerca de 100 anos haviam se passado desde seu regresso à Palestina. Mesmo assim, nos dias do profeta Malaquias, Jacó encontrava-se, espiritualmente, perdido. Seus sacerdotes viviam na corrupção e, por conseguinte, também o povo.
Desonestidade, infidelidade, casamentos mistos, divórcios, idolatrias, feitiçarias, adultérios, juramentos falsos, roubos, enfim, toda a sorte de injustiças era praticada.
E quando clamaram, o Senhor respondeu: “Eu não os destruo porque Eu, o Senhor, não mudo. Vocês se desviaram da Minha Lei…
Mas se vocês voltarem-se para Mim, então Eu me voltarei para vocês.
E vocês perguntam: Como voltaremos para Ti?”
Então, o Senhor dá a receita de uma vida nova no novo ano: Restabelecer a fidelidade nos dízimos e nas ofertas. Malaquias 3.6-12
Claro!
Nenhum casamento pode ser restabelecido sem o princípio da fidelidade conjugal. E o mesmo se aplica no restabelecimento de aliança com Deus.
Neste novo ano, comece agir com fidelidade para com Deus e teste a fidelidade dEle para com você.
Confira você mesmo se a Palavra dEle é verdadeira ou falsa!
Dízimos representam fidelidade. São um sinal de parceria com Deus.
Quando Lhe somos fiéis, Ele é obrigado a corresponder. Por isso Ele promete repreender o amaldiçoador.
Quem quiser vida nova tem de começar ser fiel a Deus com seus dízimos. Do contrário, vai continuar na esperança até a morte.
Há um ditado que diz: manda quem pode; obedece quem tem juízo.
Pense nisto!

Promessa do Dia 26/12/11

“Invoca-me, e te responderei; anunciar-te-ei
Coisas grandes e ocultas, que não sabes.”
( Jeremias. 33 – 3 )

domingo, 25 de dezembro de 2011

16º Dia do Jejum de Daniel

Jesus chuta o pau da barraca da alma
Há quem busque o reconhecimento das pessoas para esfregar o ego da alma;
Há quem viva do glamour do mundo para satisfazer sua alma;
Há quem sacrifica toda a vida na busca da realização pessoal;
Há até quem morra pela glória oferecida pelo mundo.
Mas toda a glória disponível deste mundo vem de baixo e acaba quando a pessoa morre.
Porém, a glória que vem do Alto e Santo Lugar é eterna.
Vem direto da Fonte da Glória e jamais acaba.
Jesus foi glorificado pelo Pai no Seu batismo nas águas e com o Espírito Santo. Naquele dia, ouviu-se uma voz dos céus que dizia:
“Este é o meu Filho amado, em quem Me comprazo.”
Mateus 3.17
A vinda do Espírito Santo confirma essa voz no íntimo dos selados com o Espírito.
Nada a ver com sentimentos ou emoções, mas certeza.
Noutra ocasião, com a alma angustiada, Jesus não orou pedindo ajuda, muito menos livramento daqueles momentos.
Antes, enfrentou o sentimento (angústia) da alma com a razão, com uma lição: “E que direi eu? Pai, salva-Me desta hora? Mas precisamente com este propósito Vim para esta hora.” João 12.27-28
Em seguida, chutou o pau da barraca da alma pedindo:
“Pai, glorifica o Teu Nome.”
Em outras palavras: Pai, Eu sacrifico os caprichos da minha alma para que se faça a Tua vontade.
Imediatamente, “veio uma voz do céu: Eu já O glorifiquei e ainda O glorificarei.”
João 12.28
A multidão ali presente, tendo ouvido a voz, “dizia ter ouvido um trovão. Outros diziam ter sido um anjo que Lhe falou.”
Contudo, o mais importante é que o Deus-Pai glorificou o Deus-Filho diante de muitas testemunhas.
A presença do Espírito Santo torna possível sacrificar os anseios da alma para se realizar a vontade de Deus. E quando isso é feito, então a glória do Eterno Pai se faz presente nos filhos por toda a eternidade.
Pense nisto!
Deus o abençoe mais.

sábado, 24 de dezembro de 2011

“Fui abusada novamente”

Ele não me levou para casa, foi para uma mata, não tinha ninguém por perto...
Decidi contar para minha mãe, eu não iria aceitar isso na minha vida. Quando cheguei em casa, minha mãezinha não estava, meu pai a levou para o hospital, ela passou mau. Corri para lá, era perto de casa. Encontrei meu pai falando com o médico:
– Doutor, quando cheguei em casa, Alicia estava tremendo muito, parecia até uma convulsão, a febre estava muito alta e ela gritava de dores.
Como eu iria falar para minha mãe sobre o monstro estando ela nesse estado? Nem poderia falar para meu pai, a cabeça dele entraria em parafuso.
Fiquei calada e fui para o quarto do hospital cuidar da minha mãe. Ela estava magra, os olhos fundos, dava para ver os ossos de seu rosto. Ela pediu para tomar um banho, eu quis ajudar.
A enfermeira a colocou na cadeira de rodas e me deixou banhá-la. Minha mãe não conseguia ficar em pé. O braço dela estava tão fino, seu quadril, suas costas, eu podia contar os ossos. A pele parecia verde, já não tinha mais aqueles cabelos longos e cacheados como os meus, estavam muito ralos. Seus dentes pareciam maiores, seus lábios sumiram. O cheiro da minha mãe havia acabado, agora cheirava câncer. Ela mal conseguia falar.
Peguei um pano com sabonete e passei sobre a pele dela. Era sabonete de alfazema, minha mãe me olhou. Seu olhar continuava de mãe. Ela me perguntou:
– Meu amor, está tudo bem contigo?
Eu queria tanto gritar para ela tudo o que estava acontecendo, mas como faria isso? Ela é quem precisa de mim, eu não posso falar nada, ela não tem condições de me ajudar agora, eu é quem tenho que ajudá-la. Dentro de mim, gritava:
– Socorro, mãe, eu preciso da senhora!

Continua na próxima edição.
A história acima é fictícia e baseada em fatos do cotidiano.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...