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sábado, 21 de janeiro de 2012

Promessa do Dia 22/ 01/ 2012




“O que encobre as suas transgressões jamais
prosperará; mas o que as confessa e deixa
alcançará misericórdia.”
                                                             ( Provérbios. 28 – 13 )

A Intimidade do Casal


Temos recebido vários e-mails de maridos desapontados com suas respectivas esposas. Segundo eles, quando elas eram incrédulas, eram muito mais mulheres do que depois de convertidas. Parece que o novo nascimento as fez “apagar” sexualmente.
Há até quem reclame que o ato conjugal não tem ocorrido com mais freqüência como antigamente. Tenho certeza de que o diabo está adorando esta situação, pois nada é mais nocivo ao casamento do que os desencontros num leito imaculado.

Por experiência própria posso afirmar que o futuro de um casamento feliz está na cama. O casal pode ser cheio do Espírito Santo, mas se não tiver uma vida sexualmente ativa, dificilmente serão fiéis um ao outro.

O ato conjugal dentro do casamento é como o alimento cotidiano do corpo físico. E não adianta ninguém querer contrariar essa natureza humana porque o apetite sexual é como o apetite alimentar; ambos fazem parte do corpo humano que Deus mesmo criou. Claro, existem certas exceções, como o caso dos eunucos. Mas, em regra geral, não há como omitir ou fingir que não se tem.

Eu sei que no meio evangélico há uma tremenda hipocrisia quanto a esse assunto. Muitos colegas de outras denominações têm considerado o ato conjugal como algo carnal e até demoníaco, como se o sexo tivesse sido criado mesmo no inferno. E essa ignorância tem sido divulgada entre os convertidos, a tal ponto que muitos estão deixando de lado suas obrigações para com seus respectivos maridos e respectivas esposas.

Se o ato conjugal é uma carnalidade ou coisa demoníaca, então minha mulher e eu somos carnais e carecemos de libertação. Além do mais, posso confessar que quanto mais nos relacionamos sexualmente mais ficamos agarrados e dependentes um do outro.

A verdade é que a falta do uso da fé aliada à inteligência tem feito a maioria dos cristãos verdadeiros fracassados a partir da sua própria vida familiar.

Ainda outro dia alguém me escreveu, dizendo: “Sou casado há 23 anos, gosto da minha esposa e me sinto muito bem com ela em todos os momentos. Ela me é sexualmente muito atraente e não sinto repulsa ou falta de desejo por ela. Porém, confesso que minha vida sexual deixa muito a desejar. Enquanto sinto necessidade de 2 a 3 relacionamentos semanais, minha esposa se dá por satisfeita uma vez por mês. Se a solicito acima disso, ela, após uma tonelada de desculpas que já conhecemos, até me atende, mas com total desinteresse. Minha esposa é uma obreira abençoada, cheia de virtudes, que só mesmo uma pessoa muito de Deus possui… Ela acha que sexo é coisa ruim e suja perante Deus. Isso tem tornado nosso relacionamento um verdadeiro desastre, pois eu estou sempre insatisfeito e não consigo esconder... Isso me causa um transtorno muito grande, pois, conforme aprendemos, não devemos sentir saudades das coisas passadas, quando éramos do mundo, mas eu sinto muita saudade (muita mesmo) da nossa vida sexual antes da nossa conversão, além de estar sempre insatisfeito, o que me leva, muitas vezes, a desejar outras mulheres, mesmo sabendo que isto não é correto.”

Fico pensando no que essa obreira deve orientar quando uma esposa chega para ela e conta a mesma situação em relação ao seu marido. Ela quer, mas ele não.

O apóstolo Paulo orienta claramente a esse respeito, quando diz:
“O marido conceda à esposa o que lhe é devido, e também, semelhantemente, a esposa, ao seu marido. A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, semelhantemente, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher. Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos aplicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que satanás não vos tente por causa da incontinência.” (1 Coríntios 7:3-5)

O Senhor, através de Salomão, ensina o seguinte com respeito ao ato conjugal entre marido e mulher:

Depois de exortar o filho a obedecer Sua Palavra e adverti-lo contra a mulher adúltera, Ele diz:

“Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço. Derramar-se-iam por fora as tuas fontes, e, pelas praças, os ribeiros de águas? Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo. Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, corça de amores e gazela graciosa.

Saciem-te os seus seios em todo o tempo; e embriaga-te sempre com as suas carícias. Por que, filho meu, andarias cego pela estranha e abraçarias o peito de outra?”(Provérbios 5:15-20)

Note que a água aqui simboliza o ato conjugal; a cisterna e correntes do poço, a esposa. “Sejam para ti somente e não para os estranhos contigo” significa dizer que se ele não der atenção para ela, outro dará!

“Seja bendito o teu manancial…Saciem-te os seus seios…embriaga-te sempre com as
suas carícias.” São termos profundamente fortes na expressão do ato sexual entre os casados.

Chama muita atenção o ato de “embriagar” de amor. E o que você, meu caro evangélico, tem a dizer disso? E você, obreira desalmada, o que tem a dizer dessas palavras da Bíblia?

Será que o seu leito vai continuar dividido para dar chance ao diabo de tentar seu marido?

Saiba que se ele cair em tentação, você será conivente.

Deus abra os olhos de todos. Em o Nome do Senhor Jesus, amém!

Promessa do Dia 21/ 01/ 2012




“Para onde subiremos? Nossos irmãos fizeram com que se derretesse o nosso coração, dizendo: Maior e mais alto é este povo do que nós, as cidades são grandes e fortificadas até aos céus; e também vimos ali filhos dos gigantes.”
                                                  ( Deuteronômio. 1 – 8 )

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Promessa do Dia 20/ 01/ 2012




“Invoco o Senhor, digno de ser louvado,
e serei salvo dos meus inimigos.”
                                                                         ( Salmos. 18 – 3 )

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O que recebemos não é de graça


O pedir é uma estrada de duas vias. Se você tem recebido algo de Deus, Ele espera também receber de você na mesma proporção




Aviso: Essa mensagem não é para os que ainda estão para receber, mas para os que já têm recebido. Vocês sabem quem são.

Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão. Lucas 12.48 

O que lhe tem sido dado?

Deus dá a todos, segundo Seu plano e segundo a capacidade de cada um. Muitos já receberam a salvação — ou pelo menos, a palavra de salvação já lhes foi dada. E não apenas isso. Têm recebido também o conhecimento da vida eterna; o perdão de pecados; o Espírito Santo; uma igreja que está aberta sete dias na semana à disposição; conselhos divinos; a chance de recomeçar a qualquer momento; folhetos e jornais para evangelizar; orações constantes feitas por elas pelos pastores/obreiros; etc.

O que você tem feito com o que lhe tem sido dado? 

O Senhor Jesus foi claro a respeito do que espera dos que recebem algo d’Ele. Ele exige de volta na mesma proporção que foi dada à pessoa.

Quando o Senhor Jesus salvou minha alma, entendi que Ele queria almas de mim também. Quando me revelou a palavra da verdade, entendi que Ele queria que eu anunciasse essa verdade para outros também.

Infelizmente, muitos na igreja têm recebido dádivas, talentos e responsabilidades de Deus, mas não estão se dando conta de que muito mais será pedido deles também.

Quem não está servindo, passe a servir. Quem tem servido, olhe como tem servido. Lembre-se que o pedir é uma estrada de duas vias. Sempre estamos pedindo algo a Deus. Mas também temos que ouvir e atender ao que Deus pede de nós. 

* Texto retirado do blog do bispo Renato Cardoso
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