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sexta-feira, 13 de julho de 2012

“Eu queria aquela confiança”


Outros meses se passaram. Eu continuei firme e forte no meu propósito de mudar de vida. Fui à igreja e percebi que o olhar, tanto da minha tia quanto da menina, eram diferentes. Parecia que saía uma luz. Eu queria aquela luz. Eu queria aquela confiança. Queria conhecer aquela alegria que não tinha fim. Mesmo tendo problemas, elas eram alegres. Já eu... Eu não era alegre; estava me libertando das drogas, tinha um lar bonito, era até amada, mas não tinha aquela alegria que vem da alma.

Ouvi uma mensagem na igreja: "E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores." (Mateus 6.12)

Como posso perdoar alguém que me fez tanto mal? Acho que isso é injustiça! Não posso perdoar essa menina, eu a odeio.

Chegando em casa, observei a menina. Era tão carinhosa comigo e com minha tia... Afinal, ela não teve culpa por ter nascido. Meu coração estava mudando, mas será que eu queria perdoá-la? Bem, eu não sabia como fazer isso...

Hora do jantar. Como sempre, os três pratos colocados junto ao jogo americano vermelho. Os talheres bem posicionados e uma saborosa comida. A menina fez suco natural de limão; eu amo suco de limão com bastante gelo, muito gelo. E ela me serviu. Suco de limão com muitas pedras de gelo.

Pela primeira vez olhei para ela e disse:

– Por que me serviu? Eu não falo com você, nunca falei.

– Não precisa falar comigo, mamãe. Eu te amo sempre, te amo de graça, porque é minha mãe.

A comida parou em minha garganta. Saí da mesa e fui para meu quarto. Tranquei a porta, não queria falar com ninguém. Será tão difícil assim perdoar? Não sei o que fazer. Não sei como agir.

30ª de um total de 33 crônicas.

Continua na próxima edição.

A história é fictícia e baseada em fatos do cotidiano.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A volta de Jesus: Os dois tipos de morte


A fidelidade que o Senhor Jesus requer de nós não é só a de mantermos a nossa confissão de fé cristã até a morte, mas também a de mantermos o exalar do Seu perfume durante toda a nossa vida.

Como? Por meio de um comportamento cristão de verdade, pois Ele deseja que os incrédulos vejam a Sua divindade através de nós, não apenas com palavras, mas, sobretudo, com atitudes cristãs cristalinas.

Não é de admirar que para aqueles cristãos de Esmirna a promessa aos vencedores seja tão reduzida: "...O vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte." (Apocalipse 2.11)

Existem dois tipos de morte: a física e a "segunda morte", a espiritual. Quem nasce uma vez tem de morrer duas vezes; mas quem nasce duas vezes morre uma vez. Vejamos:

Aquele que recebe somente a vida física de sua mãe e, portanto, nasce só uma vez, morre duas vezes: a morte física e depois a morte espiritual, isto é, a que não tem fim.

Tal pessoa sofre as torturas do lago de fogo por toda a eternidade. Quem, por sua vez, nasce duas vezes, física e espiritualmente, pela fé no Senhor Jesus Cristo, recebe a vida eterna. Por isso morre somente uma vez. Esta morte única nada mais é que retornar à Casa do Eterno Pai.

Jesus é o Amém !


Por que não acontece a diferença de vida prometida por Deus, na vida de muitos crentes?

São muitas as razões, porém, a mais acentuada se deve ao fato de os que creem ficarem esperando as promessas caírem do céu.

Essa é a maior razão da falta de diferença!

Deus separou Abraão para fazer dele a diferença entre ele e seus contemporâneos.

Por sua vez, Abraão não ficou parado ou esperando que as coisas acontecessem naturalmente.

Antes, ele agiu, obedeceu e perseverou em seguir Aquela Voz, aquela direção.

Deus não nos tem chamado só para crer na Sua Palavra, mas sobretudo para tomarmos posse das promessas e fazermos a diferença neste mundo.

Não só buscar a diferença, mas ser a diferença no dia a dia.

O que a pessoa faz quando chega à idade da aposentadoria?

Espera o governo bater à sua porta e premiá-la com seus direitos?

Não. Ela sabe que o governo jamais fará isso, apesar de saber que tem seus direitos...

Qual sua atitude?

Ela corre atrás com requerimentos diante do governo, etc.

Depois de atender à papelada requerida, então o governo é obrigado a atender seus direitos.

O mesmo se dá diante de Deus. A pessoa tem de correr atrás…

Não fosse necessário lutar e tomar posse das promessas Divinas, não haveria necessidade de oração, clamor, vigílias e jejuns.

Quando o advogado se apresenta diante de um juiz, em defesa de seu cliente, ele não quer saber se o juiz gosta ou não dele, ou do cliente.

Ele sabe, perfeitamente, que o juiz tem de cumprir o que está escrito na Lei.

O mesmo também aplica-se em relação às promessas de Deus.

Não importa se merecemos ou não.

Se apresentamos fé, tornamo-nos merecedores das promessas.

Jesus disse: Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra,concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus.” Mateus 18.19

Por favor, meditem nessa Palavra.
Carreguem-na dentro da mente e do coração todos os dias, ou pelo menos, até este 
Domingo.

E tomem posse da diferença prometida!

Em o Nome do Amém, amém!

Fortalecer para batalhas


Há cerca de 8 meses, o bispo Sergio Correa iniciou um programa especial dedicado aos obreiros, chamado "Obreiros em Foco". Transmitido pela IURD-TV (www.iurdtv.com) de segunda a sábado, às 22h, seu objetivo, como explica o bispo, "é fortalecer os obreiros que estão enfrentando lutas, tentações, enfim, todos os tipos de problemas, e despertar a fé adormecida dos que estão afastados e sem forças para voltar para os braços do Senhor Jesus".

O cuidado com os voluntários que ajudam a obra de Deus tem sido a principal atividade do bispo, que, designado para cuidar dos mesmos, os define como "preciosidade para a Igreja Universal do Reino de Deus". "Ressalto a importância do corpo de obreiros da IURD. São homens e mulheres de Deus, verdadeiras pérolas um dia encontradas nas profundezas do abismo, em seguida lapidadas com muito suor, sacrifício e lágrimas ao longo dos anos", enfatiza.

A aceitação e os benefícios do programa têm sido constantes, afirma o bispo. "Temos recebido muitos testemunhos e os pastores também têm destacado seu crescimento espiritual, visto na assiduidade em reuniões dedicadas a eles, como as semanais aos domingos nas igrejas e vigílias, bem como pelo empenho nas reuniões diárias", finaliza.
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