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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Por que o Espírito Santo só veio depois de Jesus ?



O Espírito Santo só vem depois que o sacrifício é feito.
Ou seja, depois de uma entrega 100%.

Lembro-me de quando fui selado com o Espírito Santo em 1994, na Abolição (RJ). Eu estava doente, com febre. Na quarta-feira, para chegar à igreja, deveria descer o morro atrás da Abolição. A minha mãe não queria que eu fosse à igreja. Ela fez de tudo para eu não ir.

Porém, havia uma certeza dentro de mim de que aquele seria o dia.

E aconteceu.

Com febre, cheio de roupas por causa do frio.

Foi o dia em que eu pude dizer: “AH, QUE DIA!”

Bispo, muito forte!

Quando li essa mensagem, a primeira pergunta que fiz, foi: “Por que o Espírito Santo só veio depois do Senhor Jesus?”

A resposta foi imediata: Por causa do SACRIFÍCIO!

Não tem jeito. Sem sacrifício, o Espírito Santo não vem!

terça-feira, 2 de abril de 2013

DEMÔNIO FALA A DESCRIÇÃO DO INFERNO ! ! !


MENSAGEM PARA ESTA GERAÇÃO DE NAMORADOS


Isso é coisa de gente tapada!


Lembrei-me do último retiro de que participara. Ainda era pequena, me divertira muito e aprendera que Deus é O único que pode nos dar alegria.

Uma dor invadiu meu ser. Comecei a pensar se era feliz.

– Aqui está o café da manhã de vocês. Noto que está vendo o convite para o nosso retiro. Se quiserem, podem ir, tenho certeza de que irão gostar muito.

– Senhora, retiro é coisa de gente tapada! Somos jovens e descolados. Queremos viver a vida enquanto temos forças, depois podemos pensar em aceitar esse Deus de vocês.

– A oportunidade pode ir embora e vocês não terem outra.

André me olhou e desandou a rir. Fiquei quieta, não sabia o que dizer.

O café da manhã parecia não passar na minha garganta. Senti uma grande angústia na alma.

15 de outubro de 1988, 23h47.

– Um dia, o Homem de Branco enviou aquela senhora para falar dEle para você. Nós estávamos do seu lado, fechando seus ouvidos para que não entendesse o que ela falava.

– Mas eu ouvi, sim! Aceitei Jesus naquele dia!

(gargalhadas)

– Não aceitou, não! Você voltou para sua vida e quis vivê-la. Fez todas as nossas vontades. Preferiu o mundo.

Todos aqueles dias passaram em minha mente. Parecia o tormento eterno. Lembrei-me de cada momento. De cada palavra. De cada pessoa vindo me falar que Deus me queria de volta. Tudo era nítido em minha mente, e o que eu estava vivendo agora era real.

A dor era real. O cheiro horrível era real. Os fortes gritos eram reais.

Pessoas pedindo uma última chance estavam por todo lado.

– Quanto desespero! Quanta dor! Não quero ficar aqui! Por que não dei ouvidos àquela senhora? Por que não dei ouvidos à minha querida mãe?

10ª de um total de 25 crônicas.

Continua na próxima edição.

A história é fictícia e baseada em fatos do cotidiano.

IURD presta ajuda humanitária


Vítimas da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro recebem apoio de equipe da Igreja

A noite de domingo (17) ficará gravada na mente dos moradores do bairro Quitandinha, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. A moradora Luciana da Silva, de 39 anos, relata que inicialmente ouviu um barulho muito alto sem saber o que estava acontecendo. Em seguida, escutou gritos de desespero. Um deslizamento de terra havia acabado de acontecer, provocado pelas fortes chuvas das últimas horas, deixando muitas pessoas machucadas e desaparecidas. Quando a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros chegaram, a instrução recebida era de que os sobreviventes deveriam ir para um abrigo na Escola Municipal Governador Marcello Alencar.

“Ficamos quatro dias no colégio, mas lá não havia condições básicas de sobrevivência, eles só davam café e biscoito, nem água tinha. Pediram para a gente sair do abrigo, pois precisam voltar às aulas, mas as casas estão condenadas pela Defesa Civil. Disseram que se voltasse a chover poderíamos retornar”, relata Luciana, muito triste com a situação.

Os moradores da região começaram a procurar os desaparecidos antes mesmo da chegada dos bombeiros, tamanho era o desespero para salvar o maior número de vidas. Paulo de Araújo, 45, ajudou no resgate de quase dez corpos na madrugada de domingo. Ele conta que se empenhou ao máximo para retirar os que estavam soterrados. “Perdi um amigo que era quase um irmão; morreu não somente ele, mas toda a família. Ele era muito querido, um excelente pedreiro. Essa imagem do resgate vai ficar gravada na minha memória, é muito forte. A gente tem uma sensação de impotência diante dessa situação”, diz, abalado.


Mesmo com a casa condenada pela Defesa Civil, Luciana voltou para a residência com os seis filhos, pois não tem para onde ir. “Espero que as autoridades resolvam logo o nosso problema.”

Até o fechamento desta edição, o número de mortos, segundo a Defesa Civil, chega a 31. Há um total de 44 feridos e 13 pessoas permanecem internadas no Hospital Santa Teresa, quatro delas no CTI. Já os desabrigados totalizam 1.079.

IURD em ação

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) continua com o seu belo e árduo trabalho de ajuda aos desabrigados. O pastor Carlos Azevedo, responsável pela IURD em Petrópolis, visitou o local. “O propósito deste trabalho é apoiar as equipes de resgate, entregando lanches e sucos para ajudá-los, pois trabalham incansavelmente na busca por corpos que ainda encontram-se soterrados.”

De acordo com o pastor, o objetivo principal da IURD é levar conforto espiritual às vítimas, parentes e amigos, e também aos moradores que ainda correm perigo. Foram feitas orações pedindo a Deus proteção e conforto neste momento tão difícil para a população local.

A equipe da Igreja Universal de Petrópolis está organizando um grande mutirão com donativos de roupas e fraldas para serem entregues. Todos os interessados em fazer doações podem entregar o material na Igreja Universal mais próxima de sua residência.
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