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quarta-feira, 10 de abril de 2013
Hora certa para lutar pelos sonhos
Bispo Julio Freitas
ensina a usar a fé de modo inteligente e a semear para colher
Sandra da Silva sonhava
em ser cabeleireira. Toda vez que passava em frente a um salão, ficava
admirando os cortes e penteados das clientes, além da maneira e do estilo com
que as cabeleireiras trabalhavam. Em casa, ensaiava os gestos e até como pegar
na tesoura, nos pentes e na escova. Era um sonho que esbarrava na falta de
iniciativa e de determinação para buscar capacitação.
“Queria que as coisas
viessem a mim, mas eu não ia até elas. Não era revoltada, era isso que me
faltava. Quando fui para o Centro de Ajuda, comecei a ter conhecimento da
Palavra de Deus; e quando surgiu a oportunidade de participar da Campanha de
Israel, decidi que aquela era a hora certa para agir e colocar em prática a fé
inteligente que me havia sido passada. Tinha consciência de que, agindo dessa
maneira, poderia realizar o meu sonho”, comenta, acrescentando que, na mesma
semana, começou o curso de cabeleireira.
Mas não ficou só nisso.
Na Campanha de Israel seguinte, Sandra da Silva participou e colheu frutos.
“Consegui abrir o meu
salão. Aprendi que, para conquistar um sonho, temos que lutar e buscar por ele.
Temos que ter atitude”, destaca.
“Junte tudo aquilo que já
conquistou na sua vida. Tudo isso não é nada comparado com o que ainda pode
conquistar. Mas, para isso, você tem que crer.” Foi com essa mensagem que o
bispo Julio Freitas, responsável pela IURD de Portugal, começou a reunião de
Concentração de Fé e Milagres, no Centro de Ajuda, na Sede Internacional da
Europa, no último dia 17, com o objetivo de orientar os presentes a usarem a fé
de modo inteligente.
Durante o encontro, bispo
Julio Freitas chamou a atenção de quem cruza os braços à espera de benefícios e
conquistas.
“Quando sacrificamos para
Deus, ficamos na dependência dEle, mas isso não significa que cruzemos os
braços, pois não podemos ficar à espera de que as coisas aconteçam sozinhas.
Temos que dar continuidade ao nosso sacrifício para fazer com que as coisas
boas aconteçam na nossa vida”, salientou.
Segundo o bispo, há
pessoas que ficam cansadas de semear e ofertar e acabam desanimando.
“Se parar de semear não
terá o que colher; mas se semear, ainda que seja pouco, terá sempre o que
colher”, observou.
A volta de Jesus: Aos sinceros e desavisados
O Senhor Jesus vem em
breve, e o diabo sabe disso! Por isso, há uma enxurrada de doutrinas diabólicas
se espalhando por todo o mundo, numa tentativa desesperada de ceifar o máximo
possível de pessoas sinceras e desavisadas.
Amigo leitor, se você
deseja conquistar a vida eterna, precisa se manter esperto, vigilante todo o
tempo, conferindo toda doutrina com as Sagradas Escrituras.
Não se fundamente apenas
em um ou outro versículo solto da Bíblia. Não! Procure conferir com todo o
texto sagrado, pois o diabo costuma usar versículos avulsos para confundir os
incautos.
Se há alguma dúvida,
então pare e ore ao Espírito Santo, em o Nome do Senhor Jesus, para que Ele lhe
dê a direção certa. Nunca se deixe levar pelas emoções do pregador, mas pela
sua própria fé na Palavra de Deus!
Em todos os desfechos das
cartas apocalípticas, o Senhor Jesus deixa muito claro que vencedor não é
aquele que conquista uma vida econômica estável, ou aquele que tão somente não
se deixa levar por vícios ou por uma vida de libertinagem. Não!
O vencedor é aquele que
se mantém salvo até a volta do Senhor Jesus Cristo! Aquele que vive neste
mundo, mas não tem parte alguma com ele!
“Quem tem ouvidos,
ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente
da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.” (Apocalipse
2.7)
Trecho do livro Estudo do
Apocalipse - Volume Único
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Ninguém se prepara para morrer
29 de julho de 1988,
21h20
Era sexta-feira, dia de
festa. Eu não estava muito bem. Há algumas semanas vinha sentindo enjoos e
dores de cabeça. Nem quando misturava todas as bebidas ficava assim. Não podia
reclamar com o André. Ele era um tanto explosivo e se eu deixasse de ir a
alguma festa com ele, provavelmente ficaria com outra menina. Não podia
perdê-lo por nada do mundo.
Fomos com Caio, amigo
nosso, para a balada. A música estava alta e o funk era a grande sensação. Bebi
muito, como sempre. Dancei a noite toda e beijei muito. A maconha estava
presente. Eu curtindo! Por um momento, me lembrei de algo que minha mãe falava.
Ela sempre dizia que ninguém se prepara para morrer. Todo mundo se prepara para
tudo, menos para a morte. Nem sei por que isso passou em minha mente. Eu não me
preparava para morrer porque estava preparada para viver e curtir tudo que
podia.
Continuava no meio da
pista com meu copo de uísque e meu cigarro. Uma forte dor abdominal me dominou.
Caí. Fui pisoteada pelas pessoas que dançavam ao meu lado e me machuquei
bastante. André, de imediato, me pegou no colo e me colocou sentada em uma das
cadeiras perto do bar. Lá, o som estava mais baixo.
Percebi que estava
sangrando. Pedi que me levassem para o hospital. Caio me levou, juntamente com
Aninha e André. No caminho, muitas coisas passaram em minha mente. “Será que
vou morrer? Por que sangro tanto?” Fiz, então, uma oração; muito envergonhada,
mas fiz. Falei a Deus que, se Ele me guardasse, eu voltaria para os Seus
caminhos... Desmaiei.
11ª de um total de 25
crônicas.
Continua na próxima
edição.
A história é fictícia e
baseada em fatos do cotidiano.
Colaborou: Méuri Luiza
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