Perseguição, temperaturas abaixo de zero e costumes diferentes não impedem o avanço da obra de Deus na Rússia
Normalmente, para qualquer pessoa que tem
uma certa estabilidade em seu trabalho e família, fazer coisas simples como
comer, dormir, passear, conviver com os entes queridos e amigos é algo mais do
que comum. Entretanto, para bispos e pastores da Universal e suas esposas,
pessoas que optaram por dedicar suas vidas aos sofridos, sem medir esforços ou
olhar para as adversidades, tais atitudes, muitas vezes, são deixadas de lado,
por amor às almas.
A exemplo de Abraão, jovens largam casa,
família e projetos pessoais para seguir um chamado feito individualmente pelo
próprio Deus.
Há 11 anos pregando a Palavra de Deus na
Rússia, o pastor Eder Figueiredo, de 30 anos, foi chamado para o altar aos 17.
Tal decisão fez com que ele tivesse que renunciar e enfrentar muitas coisas
para realizar o sonho de servir a Deus: “O primeiro impacto foi a temperatura,
pois saímos do Rio de Janeiro com 35 graus e desembarcamos em Moscou com menos
23. Sem contar a as extremas diferenças de costumes, como roupas e comidas”.


