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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

11º Dia do Jejum de Daniel

Sacrifício pela VIDA
A consciência do sacrifício é antiga. Começou no Jardim do Éden. O Altíssimo precisou sacrificar um animal para cobrir a nudez de Adão e Eva, substituindo assim as folhas de figueira, inspiradas pelo diabo.
As folhas de figueira tipificam a pretensão das religiões em cobrir a nudez do pecado sem sacrifício. As igrejas evangélicas, em geral, também fazem isso. Procuram alargar a porta do Reino de Deus com uma doutrina separada do sacrifício.
Não havia outro meio de o Senhor resolver o problema da nudez de Adão e Eva sem a mo
rte do animal? Se houvesse, Ele o teria feito.

Não havia outro meio de salvar a humanidade sem o sacrifício de Jesus? Se houvesse, Ele o teria feito.
Como se vê, o sacrifício não é questão de opção. Desde o momento em que se quer alcançar um objetivo na vida, obrigatoriamente, há que se lançar mão do sacrifício.
O caráter do ladrão recusa o sacrifício. Prefere conquistar pelo sacrifício alheio. Mesmo assim, sem querer, arriscam a liberdade e até a vida para roubar. E não é isso também um sacrifício?
O assassino prefere matar a perdoar e deixar a vítima livre.
O orgulhoso prefere manter sua arrogância a se humilhar e pedir perdão.
Não tem jeito!
Não existe uma única área na vida secular ou espiritual que não se aplique o sacrifício.
Para uma profissão de sucesso, há que se empenhar nos estudos;
Para se ter um salário mensal, tem de trabalhar;
Para se manter um casamento sólido, o casal tem de sacrificar um pelo outro;
Para se ter encontro com Deus, tem de sacrificar a carne;
Para se manter na fé, tem de sacrificar a própria vontade;
Para se alcançar a salvação eterna da alma, tem de sacrificar, dia após dia.
Jesus disse: “… quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida (sacrifício) por Minha causa achá-la-á.” Mateus 16.25
Nas disputas esportivas, os atletas costumam fazer o sinal da cruz antes de entrarem em campo. Ou seja, fazem suas preces para não se acidentarem e lograrem êxito na partida.
Outros apelam aos bruxos e feiticeiros.
O sacrifício era tão necessário e eficiente que, antes das nações entrarem em guerra, seus respectivos sacerdotes faziam oferendas, até de crianças, para alcançarem favores dos deuses.
A história do povo de Israel documenta fatos em que só os sacrifícios o livraram.
Apesar das Alianças, de ser o povo escolhido, de possuir as promessas e, sobretudo, ter nos seus antepassados uma história de fé, fidelidade e compromisso com Deus, ainda assim, na hora dos apertos, ele teve de sacrificar para sobreviver.
Na guerra com os filisteus, Saul, apertado pelas circunstâncias, desobedeceu ao profeta Samuel e ofereceu sacrifício para evitar que seu exército desertasse. I Samuel 13.8-14
Ele não tinha autoridade para executar o sacrifício. Isso era tarefa exclusiva dos sacerdotes. Porém, movido pelo espírito do medo, se apressou em fazê-lo. Por conta disso, Deus Se arrependeu de tê-lo constituído rei.
Naquela altura, o sacrifício feito antes da batalha significava garantia de sucesso. Com essa consciência, os soldados partiam para cima dos inimigos absolutamente certos da vitória. Sabiam que o segredo da vitória estava no sacrifício a Deus.
O diabo e seus filhos odeiam o sacrifício. Nem Jesus falando: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me.” Mateus 16.24, os irmaus acreditam.
Quem não estiver disposto a seguir essa regra, nem adianta aceitar Jesus como Senhor e Salvador.
O Senhor Jesus exige os três níveis de sacrifício:
Primeiro: Negar-se a si mesmo;
Segundo: Tomar a sua cruz e
Terceiro: Seguí-Lo.
Qual dos três é mais fácil? Nenhum.
Todos exigem sacrifício, sacrifício e sacrifício.
Quem crê, vai.
Quem não crê, fica para trás, com as virgens néscias.
Mateus 25.1-13

10º Dia do Jejum de Daniel

Os valentes de Davi
O rei Davi possuía uns quarenta homens especiais. Dentre os quais, trinta eram muito especiais e três eram superespeciais.
Os superespeciais eram:
1º - Josebe-Bassebete - filho de Taquemoni, o principal dos três; brandiu sua lança contra 800 e os feriu de uma vez;
2º - Eleazar, filho de Dodô, estava entre os três valentes quando desafiaram os filisteus… Ele se levantou e feriu os filisteus, até lhe cansar a mão e ficar pegada à espada…
3º - Sama, filho de Agé, o hararita. Quando os filisteus se ajuntaram em Leí, havia um pedaço de terra cheio de lentilhas; Israel fugia diante dos filisteus. Pôs-se Sama no meio daquele terreno, e o defendeu, e feriu os filisteus; e o Senhor efetuou grande livramento.
Também três, dos trinta cabeças, desceram e, no tempo da sega, foram ter com Davi, à caverna de Adulão; e uma tropa de filisteus se acampara no vale dos Refains. Estes três valentes romperam pelo acampamento dos filisteus, e tiraram água do poço, junto à porta de Belém, e tomaram-na e a levaram a Davi.
Abisai, irmão de Joabe, era cabeça de trinta; e alçou a sua lança contra 300 e os feriu. E tinha nome entre os primeiros três. Era mais nobre do que os trinta e era o primeiro deles; contudo, aos primeiros três não chegou.
Benaia, filho de Joiada, era homem valente de Cabzeel e grande em obras; feriu ele dois heróis de Moabe. Desceu numa cova e nela matou um leão no tempo da neve. Matou também um egípcio, homem de grande estatura; o egípcio trazia uma lança, mas Benaia o atacou com um cajado, arrancou-lhe da mão a lança e com ela o matou. Ele teve nome entre os primeiros três valentes. Era mais nobre do que os trinta, porém, aos três primeiros não chegou, e Davi o pôs sobre a sua guarda. 2 Samuel 23
A pergunta é: com qual destes a sua fé se identifica mais?
Ou será que não se identifica com nenhum deles?
Seja como for, o Espírito de Deus está buscando mulheres e homens com este caráter de fé, para estabelecer o Seu Reino no coração dos humildes e sinceros de coração, que têm estado aprisionados nas garras dos filisteus.
Não basta apenas frequentar a igreja e ser fiel ofertante e dizimista. É preciso mais. Muito mais.
Os irmãos de Davi eram homens de guerra e faziam parte do exército de Israel. Mas o que isso adiantou quando Golias apareceu? Nada. Eles se acovardaram e até criticaram Davi por ter fé para enfrentar o gigante.
Assim é a maioria dos crentes. São evangélicos, são cristãos, são fiéis à igreja e ao pastor, mas também são frouxos.
Como o Deus de Abraão, de Isaque, de Israel, de Moisés, de Josué, de Jefté, de Gideão, de Davi e outros mais poderá libertar os prisioneiros de satanás se não houver gente disposta a tudo ou nada?
Gente que coloca todo o coração no Deus de Abraão?
O Espírito de Deus não é para ficar falando em línguas, louvando, cantando e costurando vestes de santos.
O Espírito de Deus tem revestido de Sua plenitude para libertar os oprimidos do inferno.
Isaías 61.1 - Lucas 4.18
É por isso que a maioria cristã vive uma qualidade de vida pior do que os pagãos.
Crê em Deus, mas não assume sua fé. Crê nas Suas promessas, mas não têm fé para cobrá-las. Crê na teoria, não na prática.
Por quê?
Porque, no fundo, no fundo, não creem coisa nenhuma. São verdadeiros borra-botas!
Leia, medite e tire suas conclusões nesta palavra:
“Porque, quanto ao SENHOR, Seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-Se forte para com aqueles cujo coração é totalmente dEle…”
2 Crônicas 16.9
Quem crê, vai.
Quem não crê, que fique para trás com as virgens néscias.
Mateus 25.1-13

A Verdade Sobre O Natal !

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

“O olhar dele era demoníaco”

 
Meu pai pediu para o monstro ir me buscar todos os dias. O que eu faço? Não posso contar para ele, porque está trabalhando muito e minha mãe está doente. Não posso trazer mais preocupações para eles! Meu Deus, me ajude, não sei o que fazer.

Naquele dia eu não consegui sair da sala de aula, meu corpo tremia de novo, meus dentes estavam cerrados, tive até náuseas. A professora me chamou e disse:

– Crysti, minha querida, seu amiguinho veio buscá-la, ele está lá no saguão te esperando.

Meu coração estremeceu: eu não quero ir, alguém faça algo, pelo amor de Deus!

Mas quem? Ninguém sabe dessa história, eu não posso falar.

– Vamos, Crysti, o sinal já bateu faz dez minutos, só tem você nessa sala, a outra turma já está chegando.

Eu fiquei enrolando com meu material escolar, Disse que havia perdido minha caneta, mas nada disso adiantou. Eu tive que sair da sala e ir ao encontro do monstro.

Minha vontade era pular no pescoço dele e bater tanto até sangrar, do mesmo modo como ele me fez sangrar por dentro e por fora.

Ele me olhou e seus olhos brilhavam como se estivessem vendo algo que desejasse muito, como um prêmio que tinha ganhado. Veio até mim e pegou em minha mão. A professora me entregou para ele:

– Vou cuidar dela, dona Clara, vou levar para casa direitinho. Falou o monstro, sorrindo para minha professora.

– Eu não quero ir com você, monstro!

– Cala a boca agora e entra no carro, senão já sabe o que vai acontecer com a sua mãe!

– Ela está doente, não toca em minha mãe!

– Então faz tudo o que eu mandar!

O olhar dele era demoníaco. Ele suava muito e o cheiro era horrível. Continuava com aquela barba grande e suja. Eu senti o cheiro daquela casa fedorenta de novo.

Continua na próxima edição.

A história acima é fictícia e baseada em fatos do cotidiano.

9º Dia do Jejum de Daniel

Quem ousa desafiá-Lo?

Aquele que é nascido do Espírito, solteiro e livre de qualquer relacionamento afetivo, está em vantagem sobre os demais, que estão presos aos sentimentos do coração.
Digo isso por experiência própria.

Por volta dos meus 20 anos de idade, lembro-me bem, tinha mais tempo para ler a Bíblia, orar e adorar meu Senhor. Entrava no meu quarto, trancava a porta e ali desenvolvia minha comunhão com Ele.

Foi numa noite de sábado, enquanto lia sobre Davi e Golias, um versículo saltou-me aos olhos e encheu-me de gozo inefável. Quando Davi, a mando de seu pai, foi enviado aos seus irmãos para levar-lhes suprimento e saber como estavam. Chegando lá, perguntou a seus irmãos se estavam bem. Estando ainda a falar, eis que ouviu os gritos ameaçadores de um homem do exército dos filisteus.

Golias, por quarenta dias, pela manhã e à tarde, diariamente, desafiava qualquer um de Israel para lutar contra ele.
“Todos os israelitas, vendo aquele homem, fugiam de diante dele, e temiam grandemente.”

Mas Davi, garoto, inexperiente e incapaz de sequer servir o exército, não se intimidou com o tamanho daquele homem de quase três metros de altura, nem de sua armadura especial. O menino-pastor, imbuído de uma fé viva no Deus de seus pais, revoltado com sua afronta, disse:
“Quem é, pois, esse incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?”
I Samuel 17.26

Não há palavras para descrever a alegria e gozo indizíveis que encheram meu ser.

Hoje, passados mais de 45 anos, ainda me lembro disso como se fosse ontem. Parece que o Espírito de Deus estava me convocando para enfrentar o inferno da Babilônia e seu fiel escudeiro, a rede esgoto.

Davi matou e arrancou a cabeça daquele Golias. Mas os espíritos, tanto de Golias como dos filisteus, continuaram na Terra ameaçando os exércitos do Deus vivo de Abraão, Isaque e Israel.

Em compensação, o Espírito de Deus, por meio da IURD, tem levantado pessoas dos quatro cantos da Terra, no mesmo espírito de Davi, para enfrentar os filisteus romanos.

Golias é a rede esgoto a serviço do exército romano.
Quem tem ouvidos para ouvir, ouça, entenda, seja selado com o Espírito de Deus e convocado à guerra.
Quem crê no Deus de Davi, vai conosco.
Quem não crê, continue ligado na rede esgoto para alimentar-se do seu excremento.

Deus abençoe aos que creem.
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